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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Avisos

·       Reuniões desta semana no Salão Paroquial:

Dia 03 – Terça-feira – 17h – Pastoral Carcerária;
Dia 04 – Quarta-feira – 15h – Pastoral da Criança;
Dia 05 – Quinta-feira – 19h30 - Pastoral da Promoção Humana;

·       No próximo domingo, dia 08 de março, a partir das 08hs no Salão Paroquial, teremos 2º Encontro de Formação para os Catequistas.
Favor confirmar sua presença na Secretaria Paroquial.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2015

brasão do Papa FranciscoMENSAGEM
Boletim da Santa Sé
“Fortalecei os vossos corações” (Tg 5, 8)
Amados irmãos e irmãs,

Tempo de renovação para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fiéis, a Quaresma é sobretudo um «tempo favorável» de graça (cf. 2 Cor 6, 2). Deus nada nos pede, que antes não no-lo tenha dado: «Nós amamos, porque Ele nos amou primeiro» (1 Jo 4, 19). Ele não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a peito cada um de nós, conhece-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada um de nós; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece. Coisa diversa se passa connosco! Quando estamos bem e comodamente instalados, esquecemo-nos certamente dos outros (isto, Deus Pai nunca o faz!), não nos interessam os seus problemas, nem as tribulações e injustiças que sofrem; e, assim, o nosso coração cai na indiferença: encontrando-me relativamente bem e confortável, esqueço-me dos que não estão bem! Hoje, esta atitude egoísta de indiferença atingiu uma dimensão mundial tal que podemos falar de uma globalização da indiferença. Trata-se de um mal-estar que temos obrigação, como cristãos, de enfrentar.

Quando o povo de Deus se converte ao seu amor, encontra resposta para as questões que a história continuamente nos coloca. E um dos desafios mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta Mensagem, é o da globalização da indiferença.

Dado que a indiferença para com o próximo e para com Deus é uma tentação real também para nós, cristãos, temos necessidade de ouvir, em cada Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz para nos despertar.

A Deus não Lhe é indiferente o mundo, mas ama-o até ao ponto de entregar o seu Filho pela salvação de todo o homem. Na encarnação, na vida terrena, na morte e ressurreição do Filho de Deus, abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o Céu e a terra. E a Igreja é como a mão que mantém aberta esta porta, por meio da proclamação da Palavra, da celebração dos Sacramentos, do testemunho da fé que se torna eficaz pelo amor (cf. Gl 5, 6). O mundo, porém, tende a fechar-se em si mesmo e a fechar a referida porta através da qual Deus entra no mundo e o mundo n’Ele. Sendo assim, a mão, que é a Igreja, não deve jamais surpreender-se, se se vir rejeitada, esmagada e ferida.

Por isso, o povo de Deus tem necessidade de renovação, para não cair na indiferença nem se fechar em si mesmo. Tendo em vista esta renovação, gostaria de vos propor três textos para a vossa meditação.

1. «Se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros» (1 Cor 12, 26): A Igreja.

Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus, que rompe esta reclusão mortal em nós mesmos que é a indiferença. Mas, só se pode testemunhar algo que antes experimentámos. O cristão é aquele que permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele, servo de Deus e dos homens. Bem no-lo recorda a liturgia de Quinta-feira Santa com o rito do lava-pés. Pedro não queria que Jesus lhe lavasse os pés, mas depois compreendeu que Jesus não pretendia apenas exemplificar como devemos lavar os pés uns aos outros; este serviço, só o pode fazer quem, primeiro, se deixou lavar os pés por Cristo. Só essa pessoa «tem a haver com Ele» (cf. Jo 13, 8), podendo assim servir o homem.

A Quaresma é um tempo propício para nos deixarmos servir por Cristo e, deste modo, tornarmo-nos como Ele. Verifica-se isto quando ouvimos a Palavra de Deus e recebemos os sacramentos, nomeadamente a Eucaristia. Nesta, tornamo-nos naquilo que recebemos: o corpo de Cristo. Neste corpo, não encontra lugar a tal indiferença que, com tanta frequência, parece apoderar-se dos nossos corações; porque, quem é de Cristo, pertence a um único corpo e, n’Ele, um não olha com indiferença o outro. «Assim, se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros; se um membro é honrado, todos os membros participam da sua alegria» (1 Cor 12, 26).

A Igreja é communio sanctorum, não só porque, nela, tomam parte os Santos mas também porque é comunhão de coisas santas: o amor de Deus, que nos foi revelado em Cristo, e todos os seus dons; e, entre estes, há que incluir também a resposta de quantos se deixam alcançar por tal amor. Nesta comunhão dos Santos e nesta participação nas coisas santas, aquilo que cada um possui, não o reserva só para si, mas tudo é para todos. E, dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não poderíamos jamais, com as nossas simples forças, alcançar: rezamos com eles e por eles a Deus, para que todos nos abramos à sua obra de salvação.

2. «Onde está o teu irmão?» (Gn 4, 9): As paróquias e as comunidades

Tudo o que se disse a propósito da Igreja universal é necessário agora traduzi-lo na vida das paróquias e comunidades. Nestas realidades eclesiais, consegue-se porventura experimentar que fazemos parte de um único corpo? Um corpo que, simultaneamente, recebe e partilha aquilo que Deus nos quer dar? Um corpo que conhece e cuida dos seus membros mais frágeis, pobres e pequeninos? Ou refugiamo-nos num amor universal pronto a comprometer-se lá longe no mundo, mas que esquece o Lázaro sentado à sua porta fechada (cf. Lc 16, 19-31)?

Para receber e fazer frutificar plenamente aquilo que Deus nos dá, deve-se ultrapassar as fronteiras da Igreja visível em duas direcções.

Em primeiro lugar, unindo-nos à Igreja do Céu na oração. Quando a Igreja terrena reza, instaura-se reciprocamente uma comunhão de serviços e bens que chega até à presença de Deus. Juntamente com os Santos, que encontraram a sua plenitude em Deus, fazemos parte daquela comunhão onde a indiferença é vencida pelo amor. A Igreja do Céu não é triunfante, porque deixou para trás as tribulações do mundo e usufrui sozinha do gozo eterno; antes pelo contrário, pois aos Santos é concedido já contemplar e rejubilar com o facto de terem vencido definitivamente a indiferença, a dureza de coração e o ódio, graças à morte e ressurreição de Jesus. E, enquanto esta vitória do amor não impregnar todo o mundo, os Santos caminham connosco, que ainda somos peregrinos. Convicta de que a alegria no Céu pela vitória do amor crucificado não é plena enquanto houver, na terra, um só homem que sofra e gema, escrevia Santa Teresa de Lisieux, doutora da Igreja: «Muito espero não ficar inactiva no Céu; o meu desejo é continuar a trabalhar pela Igreja e pelas almas» (Carta 254, de 14 de Julho de 1897).

Também nós participamos dos méritos e da alegria dos Santos e eles tomam parte na nossa luta e no nosso desejo de paz e reconciliação. Para nós, a sua alegria pela vitória de Cristo ressuscitado é origem de força para superar tantas formas de indiferença e dureza de coração.

Em segundo lugar, cada comunidade cristã é chamada a atravessar o limiar que a põe em relação com a sociedade circundante, com os pobres e com os incrédulos. A Igreja é, por sua natureza, missionária, não fechada em si mesma, mas enviada a todos os homens.

Esta missão é o paciente testemunho d’Aquele que quer conduzir ao Pai toda a realidade e todo o homem. A missão é aquilo que o amor não pode calar. A Igreja segue Jesus Cristo pela estrada que a conduz a cada homem, até aos confins da terra (cf. Act 1, 8). Assim podemos ver, no nosso próximo, o irmão e a irmã pelos quais Cristo morreu e ressuscitou. Tudo aquilo que recebemos, recebemo-lo também para eles. E, vice-versa, tudo o que estes irmãos possuem é um dom para a Igreja e para a humanidade inteira.

Amados irmãos e irmãs, como desejo que os lugares onde a Igreja se manifesta, particularmente as nossas paróquias e as nossas comunidades, se tornem ilhas de misericórdia no meio do mar da indiferença!

3. «Fortalecei os vossos corações» (Tg 5, 8): Cada um dos fiéis

Também como indivíduos temos a tentação da indiferença. Estamos saturados de notícias e imagens impressionantes que nos relatam o sofrimento humano, sentindo ao mesmo tempo toda a nossa incapacidade de intervir. Que fazer para não nos deixarmos absorver por esta espiral de terror e impotência?

Em primeiro lugar, podemos rezar na comunhão da Igreja terrena e celeste. Não subestimemos a força da oração de muitos! A iniciativa 24 horas para o Senhor, que espero se celebre em toda a Igreja – mesmo a nível diocesano – nos dias 13 e 14 de Março, pretende dar expressão a esta necessidade da oração.

Em segundo lugar, podemos levar ajuda, com gestos de caridade, tanto a quem vive próximo de nós como a quem está longe, graças aos inúmeros organismos caritativos da Igreja. A Quaresma é um tempo propício para mostrar este interesse pelo outro, através de um sinal – mesmo pequeno, mas concreto – da nossa participação na humanidade que temos em comum.

E, em terceiro lugar, o sofrimento do próximo constitui um apelo à conversão, porque a necessidade do irmão recorda-me a fragilidade da minha vida, a minha dependência de Deus e dos irmãos. Se humildemente pedirmos a graça de Deus e aceitarmos os limites das nossas possibilidades, então confiaremos nas possibilidades infinitas que tem de reserva o amor de Deus. E poderemos resistir à tentação diabólica que nos leva a crer que podemos salvar-nos e salvar o mundo sozinhos.

Para superar a indiferença e as nossas pretensões de omnipotência, gostaria de pedir a todos para viverem este tempo de Quaresma como um percurso de formação do coração, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc. Deus caritas est, 31). Ter um coração misericordioso não significa ter um coração débil. Quem quer ser misericordioso precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus; um coração que se deixe impregnar pelo Espírito e levar pelos caminhos do amor que conduzem aos irmãos e irmãs; no fundo, um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações e se gasta pelo outro.

Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: «Fac cor nostrum secundum cor tuum – Fazei o nosso coração semelhante ao vosso» (Súplica das Ladainhas ao Sagrado Coração de Jesus). Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso, que não se deixa fechar em si mesmo nem cai na vertigem da globalização da indiferença.

Com estes votos, asseguro a minha oração por cada crente e cada comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itinerário quaresmal, enquanto, por minha vez, vos peço que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!

Vaticano, Festa de São Francisco de Assis

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Um longo caminho a percorrer

Padre Geraldo Martins *

A Assembleia Arquidiocesana de Pastoral, realizada no último mês de novembro, tomou a prudente decisão de manter a missão junto aos afastados como prioridade da ação evangelizadora de nossa arquidiocese ao longo de 2015. A proposta do Ano da Escuta, vivido em 2014, foi muito bem acolhida, mas nem todas as paróquias e comunidades conseguiram ir ao encontro das pessoas que estão fora da comunidade para escutá-las a partir de seu lugar. Estamos convictos de que esse é o caminho e nele precisamos avançar.

A assembleia reafirmou, então, seis ações ou situações que poderão nos ajudar a atingir essa meta. A primeira diz respeito aos ministérios confiados aos leigos e leigas. Algumas dificuldades precisam ser vencidas para sermos uma Igreja ministerial. Uma delas é o clericalismo manifestado na resistência à atuação do leigo na Igreja. Outra é a definição de quais ministérios a comunidade efetivamente tem necessidade. Além disso, não pode faltar uma sólida formação para os candidatos aos ministérios. À arquidiocese cabe oferecer as diretrizes desta formação a exemplo do material elaborado pela Dimensão Litúrgica para o Ministério da Palavra.

A segunda ação aponta para a juventude ou “juventudes” como muitos preferem dizer para caracterizar melhor o perfil plural dos jovens de nossas comunidades. Nesse campo, pelo menos duas perguntas devem ser respondidas: como atingir o coração do jovem e fazê-lo apaixonar-se por Jesus? Como reunir e dar unidade às várias iniciativas de evangelização junto à juventude respeitando sua especificidade sem destoar da caminhada pastoral da arquidiocese?

Uma terceira preocupação indicada pela assembleia é com a dimensão política da fé. O pedido é que a Dimensão Sociopolítica esteja mais presente em nossas paróquias através, especialmente, das Pastorais Sociais com destaque para a da Sobriedade, Carcerária e da Saúde. Destacou também os Fóruns Intermunicipais que vêm sendo constituídos em algumas comarcas por iniciativa da Pastoral da Criança e do Menor com o objetivo de definir políticas públicas para crianças e adolescentes.

As outras três ações propostas pela assembleia são formação, espiritualidade e a descentralização das paróquias. Muitas iniciativas já acontecem em relação a isso e com muito sucesso. A novidade, porém, está no fato de que estas ações devem preparar nossos agentes e comunidades de tal modo que os ajudem a ir ao encontro dos afastados tanto eclesial quanto socialmente.

Temos um longo caminho a percorrer. Que Deus nos ajude com a luz de seu Espírito a fim de que os caminhos propostos sejam trilhados na alegria do Evangelho que “enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus” (EG 1).

* Coordenador Arquidiocesano de Pastoral

Papa Francisco participa de Semana de Exercícios Espirituais


papa retiro quaresma 2“Rezem para que neste ‘deserto’ que são os Exercícios, possamos escutar a voz de Jesus e também corrigir tantos defeitos que todos nós temos e também fazer frente às tentações que a cada dia nos atacam. Vos peço, portanto, para nos acompanhar com a vossa oração”, pediu o papa Francisco na Oração do Angelus, do domingo, 22.
Acompanhado de um grupo de bispos colaboradores da Cúria Romana, o papa participa da Semana de Exercício Espirituais da Quaresma até 1º de março.
O encontro acontece na cidade de Ariccia, em Roma, na Casa “Divino Mestre”, da Congregação dos Padres e Irmãos Paulinos. Este ano, o sacerdote carmelita, padre Bruno Secondin, é o responsável pelas pregações e meditações do retiro, que tem como tema “Sair da própria Aldeia”, com leitura pastoral do profeta Elias.
Durante estes dias de Exercícios Espirituais estão suspensas as audiências privadas e especiais, inclusive a audiência geral de quarta-feira, no Vaticano. Não haverá, também, as celebrações das missas da manhã na Casa Santa Marta.
Acolhida fraterna
Ao chegar na Casa “Divino Mestre”, o papa Francisco foi recebido pelo recém-eleito superior da Pia Sociedade de São Paulo, o padre brasileiro Valdir José de Castro. Em entrevista à Rádio Vaticano, o sacerdote manifestou alegria pelo encontro com o papa.
“A presença do papa em nossa casa é uma confirmação para a nossa evangelização com os meios de comunicação social. Ele esteve aqui no ano passado, sendo uma grande alegria e satisfação tê-lo entre nós”, disse padre Valdir.
Em 4 de fevereiro, padre Valdir José de Castro foi eleito superior geral da Congregação dos Padres e Irmãos Paulinos. Ele é o sétimo sucessor do fundador da Congregação, padre Tiago Alberione.  Padre Valdir é jornalista, mestre em Comunicação e Mercado. É doutor em Comunicação e Semiótica. Ocupava, até a data da nomeação, a função de diretor da Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação (Fapcom) e a presidência da Pia Sociedade de São Paulo.
CNBB com informações e fotos do News.va.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Mensagem do Papa Francisco


Campanha da Fraternidade 2015:

A Campanha da Fraternidade 2015, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi apresentada nacionalmente nesta Quarta-feira de Cinzas, 18 de fevereiro. O Papa Francisco enviou mensagem pela ocasião e destacou que o tempo quaresmal é propício para a vivência dos sentimentos de fraternidade e cooperação.

No texto, Francisco fala da importância da contribuição da Igreja no respeito à laicidade do Estado, sem esquecer a autonomia das realidades terrenas, conforme motiva a Doutrina Social, em vista do bem do ser humano. "Cada um deve fazer a sua parte, começando pela minha casa, no meu trabalho, junto das pessoas com que me relaciono. E de modo concreto, é preciso ajudar aqueles que são mais pobres e necessitados", disse Francisco.

Confira aqui a íntegra da mensagem do Papa.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Avisos

*Nos dias 16 e 17 de fevereiro, 2º e 3º feira de Carnaval, teremos um Retiro na Comunidade Agua Limpa. Temos apenas 20 vagas. Quem desejar participar faça sua inscrição no Escritório Paroquial São João Batista.
Menores de 16 anos só acompanhado pelos pais, ou, pelo menos, um deles. Inscrição até dia 10 próximo.


Reuniões desta Semana no Salão Paroquial:
Dia 03 – terça-feira - 17h Pastoral Carcerária
Dia 04 – quarta- 15h Pastoral da Criança
Dia 05 – Quinta-feira - 19h30 Pastoral Promoção Humana
Dia 07- Sábado - 08h – Reunião com as catequistas de Crisma


* Nesta terça-feira ás 19h30, teremos um encontro com todos os pais que tem os filhos que frequentam a catequese. Este encontro acontecerá nos setores.

* A Família Querubins informa: Encontram-se abertas as inscrições para os cursos de violão, teclado, violoncelo, violino e canto coral. Informações: Rosalina e Elzinha.


* Celebração de Benção das Velas:
Segunda-feira ás 07h no Santuário.
* Benção da Garganta:
Terça Feira ás 07h - Santuário
19h30 – São Miguel, Rosário e Santuário.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Avisos

- Inscrições abertas para a Preparação para o Sacramento do Batismo. Dias 26 e 27 de 14h ás 17h nas comunidades: Centro, Rosário, São Miguel e Santo Antônio. Os interessados procurar a comunidade mais próxima levando documento de identidade.

- Reunião todos os coordenadores de catequese.
Dia 01/02 - Domingo, ás 08h no Salão paroquial.


- Encontro com todos os pais que tem seu filho(a) na catequese:
Terça-feira dia 03/01 ás 19h30 nos setores: Matriz, Rosário e Nossa Senhora Perpétuo Socorro. Sua presença é muito importante na caminhada de fé do seu filho(a)

- Reunião com todos os Catequistas de Crisma.
Dia 07/02 - Sábado
Horário e Local: 08h no Salão Paroquial


- Estaremos organizando caravana para a Ordenação Diaconal de Rodrigo dia 07/02 ás 10h na Catedral em Mariana. Os interessados procurar Gregório da Irmandade.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

“É a expressão do seu compromisso com os jovens”, diz padre Wander Torres sobre Carta do Papa aos Jovens em Manaus

Papa no ENPJ
A Pastoral da Juventude recebeu nesta quarta-feira, dia 21, uma carta do Papa Francisco, dirigida a todos os jovens participantes do XI Encontro Nacional da Pastoral da Juventude, que está acontecendo em Manaus desde o dia 18 de janeiro. A carta foi lida pela secretária nacional da PJ, Aline Ogliari e pelo assessor nacional, Alberto Chamorro. “Foi um momento de muita emoção durante o encontro. Após a leitura da carta, os jovens aplaudiram de pé esse gesto tão carinhoso e atencioso do Santo Padre. É uma bela carta, expressão do seu compromisso com os jovens”, relata o assessor da Pastoral da Juventude na Arquidiocese de Mariana, padre Wander Torres, que participa do encontro como assessor da mesa temática “Redescobrir a Alegria do Evangelho”. O encontro vai até domingo, dia 25.
Wandinho na PJ
22 janeiro, 2015

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Papa Francisco pede que jovens filipinos sejam corajosos


Integridade, solicitude e cuidado foram as três palavras enfatizadas pelo papa Francisco em encontro com jovens, no domingo, 18, na Universidade São Tomás de Manila, nas Filipinas. Na reflexão, o papa convidou a juventude filipina a aceitar os desafios mantendo as convicções, defender o meio ambiente e dar atenção aos mais necessitados.

Sobre a integridade, Francisco instigou os jovens a não se deterem ao sentido negativo da palavra, exatamente porque “pode ser desafiada por interesses egoístas, pela ganância, pela desonestidade ou pela intenção de manipular os outros”.

No diálogo com a juventude, o papa disse que o “desafio” pode ser visto como convite a ser corajoso, a dar testemunho profético da própria fé e de tudo que se crê e considera sagrado. “Neste sentido, o desafio da integridade é algo com que vocês precisam se confrontar nestes tempos e nas suas vidas”, recordou Francisco.

Defender a vida

Diante dos desastres ambientais que atingem o mundo, o papa alertou os jovens para a necessidade de proteger o meio ambiente. “Não apenas porque as Filipinas, mais do que outros países, corre o sério risco de ser afetada pelas mudanças climáticas, mas como cidadãos responsáveis e seguidores de Cristo”, explicou Francisco.

O papa disse, ainda, ser urgente o correto uso e gestão dos recursos naturais e, que os jovens devem contribuir para essas mudanças. “Vocês são o futuro das Filipinas, demonstrem interesse por tudo o que acontece na sua belíssima terra”.

Ao final da reflexão, Francisco pediu aos jovens o cuidado com os pobres e mais necessitados. “Cada um é chamado a estender a mão pessoalmente e servir nossos irmãos e irmãs mais necessitados. Há sempre alguém perto de nós que está em necessidade: material, psicológica ou espiritual. O maior presente que podemos dar é nossa amizade, a nossa ternura e zelo, nosso amor por Cristo”, concluiu o papa.

CNBB com informações e foto do News.va

19 janeiro, 2015

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Arquidiocese de Mariana terá novos diáconos já em fevereiro

Ordenação Diaconal
A Arquidiocese de Mariana ganhará três novos diáconos no próximo dia 7 de fevereiro. Eles serão ordenados pelo arcebispo de Mariana, dom Geraldo Lyrio Rocha, durante a Celebração na Catedral Basílica Nossa Senhora da Assunção – em Mariana – MG. A celebração acontecerá às 10 horas.
Serão ordenados os acólitos Gilmar Lopes da Silva (Viçosa), Rodrigo Marcos Ferreira (Dom Silvério) e Vanderlei Gomes Guimarães (Viçosa).
13 janeiro, 2015

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Jovens de toda a Arquidiocese participam da Semana Vocacional 2015

Semana Vocacional - Mariana (1)
Trinta e oito jovens participam nas cidades de Barbacena e Mariana, da primeira Semana Vocacional de 2015. São jovens que vieram de todas as regiões da Arquidiocese, com o objetivo de participar de dinâmicas, momentos celebrativos e de oração, que contaram com a presença do Arcebispo Dom Geraldo Lyrio Rocha, além de conversas com padres e psicólogos no intuito de discernir sobre o chamado à vocação sacerdotal. “Este é o momento em que promovemos um processo muito sério conduzido pelos padres e psicólogos que ajudam os nossos adolescentes e jovens a procurarem no próprio coração a escuta ao chamado de Deus. Assim eles vão oferecendo as suas respostas, se de fato pretendem entrar no processo formativo, nas duas etapas da Semana Vocacional”, explica um dos coordenadores do processo, padre Euder Monteiro.
A Semana Vocacional teve início no dia 4 e segue até o próximo sábado dia 10 de janeiro. Segundo padre Euder, o processo é dividido em duas etapas. “Nós temos a Semana Vocacional em Mariana que é para a primeira etapa, que é a etapa do ensino médio, o que chamamos hoje de Grupo de Orientação Vocacional. Então os quinze jovens que estão aqui estão procurando o discernimento para assim entrarem no Grupo de Orientação Vocacional do ano de 2015, que é a primeira etapa do nosso seminário. Em Barbacena têm 23 jovens procurando responder a este chamado, mas para entrarem já na segunda etapa do seminário que é o Propedêutico. Aqueles que já têm o ensino médio e que então vão entrar nesta etapa do Propedêutico que é preparatória para o seminário maior”, afirma o padre.
Barbacena
Com o tema “Jovem – Cristo te ama, Cristo te espera”, a Semana Vocacional 2015 tem como motivação para este ano o convite que Jesus faz a todosSemana Vocacional - Barbacena (3) para segui-Lo, com coragem e generosidade. Em sua homilia no Seminário Bom Pastor, em Barbacena, o Padre Valter Magno, reitor do seminário, partilhou sua alegria em ver tantos jovens discernindo o chamado de Cristo: “Neste ano em que o nosso seminário completa 265 anos, a experiência da Semana Vocacional nos proporciona duas importantes reflexões: a primeira, uma gratidão a Deus que, na Sua infinita bondade, atende a prece dos que rezam pedindo operários para a messe; a segunda, a alegria de encontrar aqui jovens que, respondendo ao chamado de Jesus, dão continuidade à história do Seminário de Mariana”.
Aos jovens que querem participar deste processo, o padre Euder dá as orientações. “Aqueles que tem o desejo de responderem ao chamado de Deus à vocação sacerdotal podem procurar em suas paróquias mais informações acerca das datas que na nossa Arquidiocese são disponíveis para os encontros regionais. A Arquidiocese oferece, por meio do Serviço de Animação Vocacional, os encontros vocacionais em meados de setembro, que são nas regiões e o encontro no final do ano, em meados de novembro e dezembro, no qual temos a oportunidade de reunir todos os adolescentes em um grande encontro.  Por meio destas etapas dos encontros vocacionais, esses jovens e adolescentes vão conhecendo todo o processo para no próximo ano de 2016 participarem também da semana vocacional e oferecerem uma resposta  generosa ao chamado de Deus”, conclui.
8 janeiro, 2015

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

"Ajudar e escutar mais as mães", diz o Papa na catequese

Na primeira audiência geral do Papa Francisco em 2015, nesta quarta-feira, 7, o tema da catequese foi centrado no papel das mães na família, na sociedade e na Igreja.

Dando continuidade ao ciclo de catequeses sobre a Família, o Pontífice centrou sua atenção sobre a figura da Mãe, ressaltando a imagem da ‘Igreja-Mãe’ e citou o arcebispo Oscar Romero falando de ‘martírio materno’. Por causa do inverno, as audiências decorrem na Sala Paulo VI.

Recordando a Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, celebrada no primeiro dia do ano, o Santo Padre afirmou que "é a Mãe de Jesus que depois de O ter gerado, apresenta o Filho ao mundo", e destacou o papel central das mães na vida familiar:

“Na família está a mãe. Cada pessoa humana deve a vida a uma mãe e quase sempre deve a ela muito da própria existência sucessiva, da formação humana e espiritual. A mãe, apesar de ser muito exaltada de um ponto de vista simbólico, é pouco escutada e pouco ajudada na vida cotidiana, pouco considerada no seu papel central na sociedade. Aliás, muitas vezes, aproveita-se da disponibilidade das mães para se sacrificarem pelos filhos, para se poupar nas despesas sociais", assinalou o Pontífice.

"A mãe, apesar de ser muito exaltada de um ponto de vista simbólico, é pouco escutada e pouco ajudada na vida cotidiana, pouco considerada no seu papel central na sociedade".
Segundo o Santo Padre, as mães são o maior antídoto contra o individualismo egoísta. “Indivíduo quer dizer que não se pode dividir. Ao contrário as mães dividem-se a partir de quando recebem um filho para dá-lo ao mundo” – recordou o Papa que citou o Arcebispo de San Salvador Oscar Romero que falava do ‘martírio materno’:

“Na homilia no funeral de um padre assassinado pelos esquadrões da morte, ele disse citando o Concílio Vaticano II: ‘Todos devemos estar dispostos a morrer pela nossa fé, mesmo que o Senhor não nos conceda esta honra... Dar a vida não significa só ser mortos; dar a vida, ter espírito de martírio, é dar no dever do silêncio, na oração, no cumprimento honesto do dever; naquele silêncio da vida cotidiana; dar a vida pouco a pouco! Sim, como uma mãe, que sem temor, com a simplicidade do martírio materno, concebe no seu seio um filho, dá-o à luz, amamenta-o, faz crescer e acode com afeto. É dar a vida. É martírio’. Sim ser mãe não significa só pôr no mundo um filho, mas é também uma escolha de vida, a escolha de dar a vida', sublinhou.

Francisco lembrou que até nas comunidades cristãs, as mães nem sempre são valorizadas. "Deveríamos compreender melhor sua luta cotidiana em serem eficientes no trabalho, atenciosas e carinhosas com a família; precisaríamos entender suas aspirações para expressar os frutos melhores e mais autênticos de sua emancipação", completou.

O Papa Francisco concluiu a sua catequese afirmando que a Igreja também é mãe e os cristãos não são “orfãos mas filhos da Igreja, de Nossa Senhora e das nossas mães”.

Ao final, o Santo Padre saudou também os peregrinos de língua portuguesa:
“Caros peregrinos de língua portuguesa, agradecido pelos votos e preces dirigidas a Deus por mim durante as festividades do Natal, de todo o coração desejo a todos um feliz Ano Novo, pedindo a Nossa Senhora, Mãe de Deus e da Igreja, que seja a estrela que protege a vida das vossas famílias. Que Deus vos abençoe!”
No final da audiência alguns membros do "Golden Circus di Liana Orfei" exibiram-se perante o Papa Francisco que se divertiu muito e que depois de os aplaudir encorajou-os a serem não apenas portadores do sorriso e mensageiros de solidariedade entre os povos e as nações, mas criadores de beleza.

O Papa Francisco deu a todos a sua benção.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Divulgada mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial do Doente 2015


O Vaticano divulgou hoje, 30 de dezembro, a mensagem do papa Francisco para o 23º Dia Mundial do Doente. Instituído pelo papa João Paulo II em 1992, o Dia Mundial do Doente é celebrado em 11 de fevereiro, festividade da Virgem de Lourdes. Leia, na íntegra, o texto:

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O XXIII DIA MUNDIAL DO DOENTE

(11 DE FEVEREIRO DE 2015)

«Sapientia cordis. “Eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo” (Jó 29, 15)»

Queridos irmãos e irmãs,

Por ocasião do XXIII Dia Mundial do Doente, instituído por São João Paulo II, dirijo-me a todos vós que carregais o peso da doença, encontrando-vos de várias maneiras unidos à carne de Cristo sofredor, bem como a vós, profissionais e voluntários no campo da saúde.

O tema deste ano convida-nos a meditar uma frase do livro de Jó: «Eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo» (29, 15). Gostaria de o fazer na perspectiva da «sapientia cordis», da sabedoria do coração.

1. Esta sabedoria não é um conhecimento teórico, abstrato, fruto de raciocínios; antes, como a descreve São Tiago na sua Carta, é «pura (…), pacífica, indulgente, dócil, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem hipocrisia» (3, 17). Trata-se, por conseguinte, de uma disposição infundida pelo Espírito Santo na mente e no coração de quem sabe abrir-se ao sofrimento dos irmãos e neles reconhece a imagem de Deus. Por isso, façamos nossa esta invocação do Salmo: «Ensina-nos a contar assim os nossos dias, / para podermos chegar à sabedoria do coração» (Sal 90/89, 12). Nesta sapientia cordis, que é dom de Deus, podemos resumir os frutos do Dia Mundial do Doente.

2. Sabedoria do coração é servir o irmão. No discurso de Jó que contém as palavras «eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo», evidencia-se a dimensão de serviço aos necessitados por parte deste homem justo, que goza de uma certa autoridade e ocupa um lugar de destaque entre os anciãos da cidade. A sua estatura moral manifesta-se no serviço ao pobre que pede ajuda, bem como no cuidado do órfão e da viúva (cf. 29, 12-13).

Também hoje quantos cristãos dão testemunho – não com as palavras mas com a sua vida radicada numa fé genuína – de ser «os olhos do cego» e «os pés para o coxo»! Pessoas que permanecem junto dos doentes que precisam de assistência contínua, de ajuda para se lavar, vestir e alimentar. Este serviço, especialmente quando se prolonga no tempo, pode tornar-se cansativo e pesado; é relativamente fácil servir alguns dias, mas torna-se difícil cuidar de uma pessoa durante meses ou até anos, inclusive quando ela já não é capaz de agradecer. E, no entanto, que grande caminho de santificação é este! Em tais momentos, pode-se contar de modo particular com a proximidade do Senhor, sendo também de especial apoio à missão da Igreja.

3. Sabedoria do coração é estar com o irmão. O tempo gasto junto do doente é um tempo santo. É louvor a Deus, que nos configura à imagem do seu Filho, que «não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para resgatar a multidão» (Mt 20, 28). Foi o próprio Jesus que o disse: «Eu estou no meio de vós como aquele que serve» (Lc 22, 27).

Com fé viva, peçamos ao Espírito Santo que nos conceda a graça de compreender o valor do acompanhamento, muitas vezes silencioso, que nos leva a dedicar tempo a estas irmãs e a estes irmãos que, graças à nossa proximidade e ao nosso afeto, se sentem mais amados e confortados. E, ao invés, que grande mentira se esconde por trás de certas expressões que insistem muito sobre a «qualidade da vida» para fazer crer que as vidas gravemente afectadas pela doença não mereceriam ser vividas!

4. Sabedoria do coração é sair de si ao encontro do irmão. Às vezes, o nosso mundo esquece o valor especial que tem o tempo gasto à cabeceira do doente, porque, obcecados pela rapidez, pelo frenesi do fazer e do produzir, esquece-se a dimensão da gratuidade, do prestar cuidados, do encarregar-se do outro. No fundo, por detrás desta atitude, há muitas vezes uma fé morna, que esqueceu a palavra do Senhor que diz: «a Mim mesmo o fizestes» (Mt 25, 40).

Por isso, gostaria de recordar uma vez mais a «absoluta prioridade da “saída de si próprio para o irmão”, como um dos dois mandamentos principais que fundamentam toda a norma moral e como o sinal mais claro para discernir sobre o caminho de crescimento espiritual em resposta à doação absolutamente gratuita de Deus» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 179). É da própria natureza missionária da Igreja que brotam «a caridade efectiva para com o próximo, a compaixão que compreende, assiste e promove» (Ibid., 179).

5. Sabedoria do coração é ser solidário com o irmão, sem o julgar. A caridade precisa de tempo. Tempo para cuidar dos doentes e tempo para os visitar. Tempo para estar junto deles, como fizeram os amigos de Jó: «Ficaram sentados no chão, ao lado dele, sete dias e sete noites, sem lhe dizer palavra, pois viram que a sua dor era demasiado grande» (Job 2, 13). Mas, dentro de si mesmos, os amigos de Jó escondiam um juízo negativo acerca dele: pensavam que a sua infelicidade fosse o castigo de Deus por alguma culpa dele. Pelo contrário, a verdadeira caridade é partilha que não julga, que não tem a pretensão de converter o outro; está livre daquela falsa humildade que, fundamentalmente, busca aprovação e se compraz com o bem realizado.

A experiência de Jó só encontra a sua resposta autêntica na Cruz de Jesus, ato supremo de solidariedade de Deus para conosco, totalmente gratuito, totalmente misericordioso. E esta resposta de amor ao drama do sofrimento humano, especialmente do sofrimento inocente, permanece para sempre gravada no corpo de Cristo ressuscitado, naquelas suas chagas gloriosas que são escândalo para a fé, mas também verificação da fé (cf. Homilia na canonização de João XXIII e João Paulo II, 27 de Abril de 2014).

Mesmo quando a doença, a solidão e a incapacidade levam a melhor sobre a nossa vida de doação, a experiência do sofrimento pode tornar-se lugar privilegiado da transmissão da graça e fonte para adquirir e fortalecer a sapientia cordis. Por isso se compreende como Jó, no fim da sua experiência, pôde afirmar dirigindo-se a Deus: «Os meus ouvidos tinham ouvido falar de Ti, mas agora vêem-Te os meus próprios olhos» (42, 5). Também as pessoas imersas no mistério do sofrimento e da dor, se acolhido na fé, podem tornar-se testemunhas vivas duma fé que permite abraçar o próprio sofrimento, ainda que o homem não seja capaz, pela própria inteligência, de o compreender até ao fundo.

6. Confio este Dia Mundial do Doente à protecção materna de Maria, que acolheu no ventre e gerou a Sabedoria encarnada, Jesus Cristo, nosso Senhor.

Ó Maria, Sede da Sabedoria, intercedei como nossa Mãe por todos os doentes e quantos cuidam deles. Fazei que possamos, no serviço ao próximo sofredor e através da própria experiência do sofrimento, acolher e fazer crescer em nós a verdadeira sabedoria do coração.

Acompanho esta súplica por todos vós com a minha Bênção Apostólica.

Vaticano, 3 de Dezembro – Memória de São Francisco Xavier – do ano 2014.

Franciscu

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Nova Paróquia

Diante do voto favorável, por unanimidade, do Conselho Presbiteral da Arquidiocese de Mariana, o Senhor Arcebispo Dom Geraldo Lyrio Rocha decidiu criar a Paróquia de São Sebastião, em Monsenhor Isidro, no Município de Itaverava. Esta notícia, acolhida com grande alegria, foi comunicada pelo próprio Dom Geraldo ao término da celebração de dedicação da igreja de São Sebastião, Monsenhor Isidro, no sábado passado, dia 20 deste mês de dezembro. A instalação da nova paróquia será feita em data a ser definida.