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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Divulgada mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial do Doente 2015


O Vaticano divulgou hoje, 30 de dezembro, a mensagem do papa Francisco para o 23º Dia Mundial do Doente. Instituído pelo papa João Paulo II em 1992, o Dia Mundial do Doente é celebrado em 11 de fevereiro, festividade da Virgem de Lourdes. Leia, na íntegra, o texto:

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O XXIII DIA MUNDIAL DO DOENTE

(11 DE FEVEREIRO DE 2015)

«Sapientia cordis. “Eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo” (Jó 29, 15)»

Queridos irmãos e irmãs,

Por ocasião do XXIII Dia Mundial do Doente, instituído por São João Paulo II, dirijo-me a todos vós que carregais o peso da doença, encontrando-vos de várias maneiras unidos à carne de Cristo sofredor, bem como a vós, profissionais e voluntários no campo da saúde.

O tema deste ano convida-nos a meditar uma frase do livro de Jó: «Eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo» (29, 15). Gostaria de o fazer na perspectiva da «sapientia cordis», da sabedoria do coração.

1. Esta sabedoria não é um conhecimento teórico, abstrato, fruto de raciocínios; antes, como a descreve São Tiago na sua Carta, é «pura (…), pacífica, indulgente, dócil, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem hipocrisia» (3, 17). Trata-se, por conseguinte, de uma disposição infundida pelo Espírito Santo na mente e no coração de quem sabe abrir-se ao sofrimento dos irmãos e neles reconhece a imagem de Deus. Por isso, façamos nossa esta invocação do Salmo: «Ensina-nos a contar assim os nossos dias, / para podermos chegar à sabedoria do coração» (Sal 90/89, 12). Nesta sapientia cordis, que é dom de Deus, podemos resumir os frutos do Dia Mundial do Doente.

2. Sabedoria do coração é servir o irmão. No discurso de Jó que contém as palavras «eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo», evidencia-se a dimensão de serviço aos necessitados por parte deste homem justo, que goza de uma certa autoridade e ocupa um lugar de destaque entre os anciãos da cidade. A sua estatura moral manifesta-se no serviço ao pobre que pede ajuda, bem como no cuidado do órfão e da viúva (cf. 29, 12-13).

Também hoje quantos cristãos dão testemunho – não com as palavras mas com a sua vida radicada numa fé genuína – de ser «os olhos do cego» e «os pés para o coxo»! Pessoas que permanecem junto dos doentes que precisam de assistência contínua, de ajuda para se lavar, vestir e alimentar. Este serviço, especialmente quando se prolonga no tempo, pode tornar-se cansativo e pesado; é relativamente fácil servir alguns dias, mas torna-se difícil cuidar de uma pessoa durante meses ou até anos, inclusive quando ela já não é capaz de agradecer. E, no entanto, que grande caminho de santificação é este! Em tais momentos, pode-se contar de modo particular com a proximidade do Senhor, sendo também de especial apoio à missão da Igreja.

3. Sabedoria do coração é estar com o irmão. O tempo gasto junto do doente é um tempo santo. É louvor a Deus, que nos configura à imagem do seu Filho, que «não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para resgatar a multidão» (Mt 20, 28). Foi o próprio Jesus que o disse: «Eu estou no meio de vós como aquele que serve» (Lc 22, 27).

Com fé viva, peçamos ao Espírito Santo que nos conceda a graça de compreender o valor do acompanhamento, muitas vezes silencioso, que nos leva a dedicar tempo a estas irmãs e a estes irmãos que, graças à nossa proximidade e ao nosso afeto, se sentem mais amados e confortados. E, ao invés, que grande mentira se esconde por trás de certas expressões que insistem muito sobre a «qualidade da vida» para fazer crer que as vidas gravemente afectadas pela doença não mereceriam ser vividas!

4. Sabedoria do coração é sair de si ao encontro do irmão. Às vezes, o nosso mundo esquece o valor especial que tem o tempo gasto à cabeceira do doente, porque, obcecados pela rapidez, pelo frenesi do fazer e do produzir, esquece-se a dimensão da gratuidade, do prestar cuidados, do encarregar-se do outro. No fundo, por detrás desta atitude, há muitas vezes uma fé morna, que esqueceu a palavra do Senhor que diz: «a Mim mesmo o fizestes» (Mt 25, 40).

Por isso, gostaria de recordar uma vez mais a «absoluta prioridade da “saída de si próprio para o irmão”, como um dos dois mandamentos principais que fundamentam toda a norma moral e como o sinal mais claro para discernir sobre o caminho de crescimento espiritual em resposta à doação absolutamente gratuita de Deus» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 179). É da própria natureza missionária da Igreja que brotam «a caridade efectiva para com o próximo, a compaixão que compreende, assiste e promove» (Ibid., 179).

5. Sabedoria do coração é ser solidário com o irmão, sem o julgar. A caridade precisa de tempo. Tempo para cuidar dos doentes e tempo para os visitar. Tempo para estar junto deles, como fizeram os amigos de Jó: «Ficaram sentados no chão, ao lado dele, sete dias e sete noites, sem lhe dizer palavra, pois viram que a sua dor era demasiado grande» (Job 2, 13). Mas, dentro de si mesmos, os amigos de Jó escondiam um juízo negativo acerca dele: pensavam que a sua infelicidade fosse o castigo de Deus por alguma culpa dele. Pelo contrário, a verdadeira caridade é partilha que não julga, que não tem a pretensão de converter o outro; está livre daquela falsa humildade que, fundamentalmente, busca aprovação e se compraz com o bem realizado.

A experiência de Jó só encontra a sua resposta autêntica na Cruz de Jesus, ato supremo de solidariedade de Deus para conosco, totalmente gratuito, totalmente misericordioso. E esta resposta de amor ao drama do sofrimento humano, especialmente do sofrimento inocente, permanece para sempre gravada no corpo de Cristo ressuscitado, naquelas suas chagas gloriosas que são escândalo para a fé, mas também verificação da fé (cf. Homilia na canonização de João XXIII e João Paulo II, 27 de Abril de 2014).

Mesmo quando a doença, a solidão e a incapacidade levam a melhor sobre a nossa vida de doação, a experiência do sofrimento pode tornar-se lugar privilegiado da transmissão da graça e fonte para adquirir e fortalecer a sapientia cordis. Por isso se compreende como Jó, no fim da sua experiência, pôde afirmar dirigindo-se a Deus: «Os meus ouvidos tinham ouvido falar de Ti, mas agora vêem-Te os meus próprios olhos» (42, 5). Também as pessoas imersas no mistério do sofrimento e da dor, se acolhido na fé, podem tornar-se testemunhas vivas duma fé que permite abraçar o próprio sofrimento, ainda que o homem não seja capaz, pela própria inteligência, de o compreender até ao fundo.

6. Confio este Dia Mundial do Doente à protecção materna de Maria, que acolheu no ventre e gerou a Sabedoria encarnada, Jesus Cristo, nosso Senhor.

Ó Maria, Sede da Sabedoria, intercedei como nossa Mãe por todos os doentes e quantos cuidam deles. Fazei que possamos, no serviço ao próximo sofredor e através da própria experiência do sofrimento, acolher e fazer crescer em nós a verdadeira sabedoria do coração.

Acompanho esta súplica por todos vós com a minha Bênção Apostólica.

Vaticano, 3 de Dezembro – Memória de São Francisco Xavier – do ano 2014.

Franciscu

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Nova Paróquia

Diante do voto favorável, por unanimidade, do Conselho Presbiteral da Arquidiocese de Mariana, o Senhor Arcebispo Dom Geraldo Lyrio Rocha decidiu criar a Paróquia de São Sebastião, em Monsenhor Isidro, no Município de Itaverava. Esta notícia, acolhida com grande alegria, foi comunicada pelo próprio Dom Geraldo ao término da celebração de dedicação da igreja de São Sebastião, Monsenhor Isidro, no sábado passado, dia 20 deste mês de dezembro. A instalação da nova paróquia será feita em data a ser definida.

Nomeações e Transferências

Depois de ouvir o Conselho Episcopal, o Senhor Arcebispo Dom Geraldo Lyrio Rocha nomeou Côn. Tarcísio Sebastião Moreira, Pároco da Paróquia de São Sebastião, em Barbacena; Pe. João Paulo Guedes, Pároco da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Rio Casca; Pe. Eduardo Bastos de Souza, Pároco da Paróquia de São José, em Congonhas; Pe. Jamilson Inácio da Silva, Pároco da Paróquia do Bom Jesus da Cana Verde, em Tabuleiro: Pe. Afrânio Vieira de Almeida, Administrador Paroquial da Paróquia de São Pedro, em Barbacena; Pe. Thiago José Gomes, Administrador Paroquial da Paróquia de São Brás, em São Brás do Suaçuí; Pe. Rogério Augusto de Oliveira, Vigário Paroquial da Paróquia de Nossa Senhora do Pilar, em Ouro Preto; Pe. Mauro Lúcio de Carvalho, Colaborador na Paróquia de São Sebastião, em Ponte Nova; Pe. Wenderson José da Silva, Colaborador na Paróquia de Nossa Senhora de Nazaré, em Cachoeira do Campo; Pe. Geraldo de Souza Rodrigues, Assessor Arquidiocesano da Catequese; Pe. Adelson Laurindo S. Clemente, Assessor Arquidiocesano da Infância e Adolescência Missionária e Pe. Paulo Vicente Ribeiro Nobre, que teve também seu nome aprovado pelo Conselho Curador da Fundação Marianense de Educação, foi designado para o cargo de Diretor do Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto (Unidade I e Unidade II – Cônego Paulo Dilascio)

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Avisos

·       Encerramento da Novena de Natal: Domingo, dia 21 ás 19h nos setores: São João Batista (Santuário) Nossa Senhora Perpétuo Socorro (Leão XIII), Nossa Senhora do Rosário (Viúva).

  •   Horários das Celebrações durante as Festividades do Natal.Dia 24 – Quarta-feira – 20h - Igreja do Rosário, São Miguel e Santuário.Dia 25 – Natal – 07h e 19h30 no Santuário.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

SEMANA VOCACIONAL 2015 - JOVEM, PARTICIPE!

A Arquidiocese de Mariana através do Seminário São José promoverá a Semana Vocacional 2015. Trata-se de um momento único para que adolescentes e jovens que sintam um chamado especial de Deus no coração para o Sacerdócio, possam discernir e aprofundar este chamado, procurando oferecer-Lhe uma resposta. 



É importante frisar que Deus continua chamando. O Cristo continua passando em nossas comunidades, cidades, bairros e dizendo: "Vem e Segue-me! É isso mesmo! Como lembra o próprio tema desta Semana: "Cristo te chama. Cristo te espera." 

Venha participar conosco. Para os que pretendem ingressar na etapa do Ensino Médio (Grupo de Orientação Vocacional), a Semana Vocacional acontecerá em Mariana - MG. Para os que pretendem ingressar na etapa do Propedêutico, após o Ensino Médio, a Semana Vocacional acontecerá em Barbacena - MG. 

Contatos para maiores informações pelos telefones e emails que estão no cartaz ou na própria secretaria de sua paróquia. Confira, se informe e participe! Faça sua inscrição.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Assembleia Arquidiocesana avalia caminhada pastoral e propõe ações para o trabalho em 2015




      Terminou na manhã deste sábado, dia 29, a XXII Assembleia Arquidiocesana de Pastoral, que reuniu mais de 100 pessoas entre leigos, leigas, diáconos, presbíteros e religiosas, no Seminário de Filosofia, em Mariana.

     Com o tema “Nossa comunidade eclesial à luz do PAE e da proposta de conversão pastoral”, o encontro, além de possibilitar a integração e o maior desenvolvimento do trabalho pastoral na Arquidiocese, teve também o objetivo de dar novo fôlego aos sacerdotes e leigos que assessoram, dirigem e desenvolvem atividades pastorais. “Queremos animar nossas comunidades a viverem a gratidão pelas conquistas pastorais e a buscarem com novo ardor a conversão pastoral, a fim de que nossas paróquias sejam cada vez mais lugar de missão e de vivência da fé”, explica o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, Padre Geraldo Martins Dias.

       Participaram da Assembleia os membros do Conselho Arquidiocesano de Pastoral (CAP) e a Equipe Executiva do PAE. Segundo o arcebispo de Mariana, dom Geraldo Lyrio Rocha, é preciso tornar efetiva a “conversão pastoral”. “Precisamos passar de uma ação pastoral de conservação para uma conversão pastoral missionária. Segundo o papa Francisco, temos que viver esta Igreja em saída, indo para fora, especialmente para as periferias humanas, existenciais mas também geográficas. Não podemos ficar somente alimentando as estruturas do passado. É necessário levarmos a proposta de Jesus Cristo para todos”, disse dom Geraldo. Ainda segundo o arcebispo, a missão é grande e importante. “A missão é muito maior que nós e ainda bem que é assim. Que o Espírito de Deus nos acompanhe para que possamos dar esta virada tão importante”, explicou.

      O trabalho de reflexão contou com a assessoria da pedagoga e integrante da Dimensão Sociopolítica, Sandra de Assis Reis, e da professora e integrante da Dimensão Litúrgica, Cleuza Aparecida Nascimento, que apresentaram um diagnóstico do trabalho pastoral na Arquidiocese, além de perguntas que motivaram a reflexão nos grupos. Após vários momentos de debate, exposição e trabalhos em grupos, os participantes redigiram um documento onde apresentam, além da avaliação do encontro, ações que vão direcionar o trabalho evangelizador em toda a Arquidiocese. No documento, os participantes afirmam que em 2015 o trabalho de escuta, definido no Plano Arquidiocesano de Evangelização (PAE), será intensificado tendo em “vista a elaboração do novo Projeto de Evangelização que deverá ter como ênfase a missão.”



Decisões e compromissos assumidos na 22ª Assembleia Arquidiocesana de Pastoral

     “Eu mesmo vou procurar minhas ovelhas e tomar conta delas” (Ez 34,11) Reunidos na 22ª Assembleia de Pastoral da Arquidiocese de Mariana, nos dias 28 e 29 de novembro de 2014, nós leigos e leigas, presbíteros, diáconos e religiosas, representantes do Povo de Deus que está nesta Igreja Particular, guiados pelo nosso pastor, dom Geraldo Lyrio Rocha, refletimos o tema “Nossa comunidade eclesial à luz do PAE e da proposta de conversão pastoral”. Tivemos como objetivo: Animar nossas comunidades a viverem a gratidão pelas conquistas pastorais e a buscarem com novo ardor a conversão pastoral a fim de que nossas paróquias sejam cada vez mais lugar de missão e de vivência da fé.

       Alegrou-nos constatar que é cada vez maior o número de iniciativas que levam a Boa Nova do Evangelho às nossas comunidades. Cresce, entre nós, a consciência do protagonismo dos leigos e leigas. É forte a disposição de renovar nossas paróquias levando-as a uma conversão pastoral, assumindo uma atuação decididamente missionária e buscando a descentralização da paróquia e a superação de estruturas caducas que já não respondam mais às exigências de nosso tempo. O Projeto Arquidiocesano de Evangelização (PAE) tem nos ajudado a viver a comunhão e a participação de maneira intensa. A formação, especialmente por meio dos Centros de Estudos Teológicos (CETE) tem sido uma experiência muito boa em nossas Regiões.

       A alegria destas e de outras constatações, porém, não fechou nossos olhos para nossas fraquezas e limites. Assim, constatamos, entre outras coisas, o cansaço de grande parte de nossos agentes de pastoral e de nossos presbíteros, consequência da sobrecarga de trabalhos. Lamentamos o descompasso que muitas vezes há entre ministros ordenados e agentes leigos, dificultando o anúncio do Reino. Reconhecemos nossa impotência diante de inúmeros desafios que a realidade político-social nos apresenta. Assumimos que, apesar de nossos esforços, ainda não conseguimos escutar satisfatoriamente os afastados como nos propusemos na última assembleia. Da mesma forma, admitimos nossa dificuldade em tornar a dimensão sociopolítica uma realidade presente em todas as nossas paróquias. Nosso sonho de uma Igreja toda ministerial também ainda não se concretizou satisfatoriamente.


     Debruçamo-nos sobre estas e outras questões a fim de encontrar caminhos que aperfeiçoem as experiências que estão dando certo e ajudem a superar nossos limites e desafios. Assistidos pelo Espírito
Santo, que nos reuniu nesta assembleia, consideramos como ações importantes para nosso trabalho evangelizador:


     1. Avançar no estudo, na compreensão e na investidura dos ministérios assumidos por leigos e leigas;
     2. Intensificar a formação através do Centro de Estudos Teológicos (CETE), da Escola Fé e Política
Dom Luciano Mendes de Almeida e de iniciativas de caráter popular;
     3. Dar atenção às juventudes, discutindo caminhos que reúnam as várias expressões juvenis na
Arquidiocese;
     4. Aperfeiçoar a descentralização em nossas comunidades suscitando e renovando lideranças e
buscando superar estruturas que não respondem mais aos apelos da evangelização hoje;
    5. Cuidar da espiritualidade das comunidades por meio da celebração da Palavra, retiros espirituais,Ofício Divino das Comunidades, leitura orante da Palavra;
    6. Fortalecer a dimensão sociopolítica nas paróquias a partir das pastorais sociais, especialmente a carcerária, da sobriedade e de iniciativas como a implantação dos Fóruns Intermunicipais por
políticas públicas para criança e do adolescente, bem como o enfrentamento profético do problema das drogas.


      Assumimos como prioridade para 2015 a continuidade da escuta aos afastados em vista a elaboração do novo Projeto de Evangelização que deverá ter como ênfase a missão.


       Animanos-nos a palavra de Jesus, Bom Pastor, que garante sua presença na missão que Ele mesmo  nos confia: “Eis que estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos” Mt 28,20



Mariana, 29 de novembro de 2014.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Avisos para esta semana

·       Dia 01 de dezembro – segunda feira – Encontro festivo de encerramento das atividades com os cursilhistas ás 19h30 na Capela São Sebastião na Vila Regina.
·       Dia 02 – terça feira – Reunião de Avaliação com a Pastoral Familiar ás 19h30 no Cantinho do Céu.
·       Dia 06 – sábado - Confraternização com todos os Agentes da Pastoral da Criança ás 19h no Prato Popular.
E a Pastoral Familiar convida a todos para o 5º Baile Laços de Família, que acontecerá no Morro Grande Tênis Clube a partir das 20h. Os interessados poderão adquirir o ingresso na Papelaria Nacional, Teofania e com os casais da Pastoral.

·       Dia 07 – domingo – Reunião com todos os coordenadores de catequese ás 08h no Salão Paroquial.

O Dízimo é compromisso com a minha comunidade


Ser dizimista é comprometer-se com a comunidade. Entre os diversos modelos de “oração do dizimista” existe uma, na qual afirmamos: “não é o resto que me sobra que vos ofereço. Esta importância representa, Senhor, minha participação na comunidade, meu compromisso com a expansão do Evangelho”. Porém, há pessoas que esperam ver se sobra algo ou entrega qualquer coisa dizendo que é dízimo.
A opção autêntica pelo dízimo nos desafia. Falar em opção pelo dízimo exige uma vivência com a Palavra de Deus, e não podemos ter outro caminho senão este. Por esse motivo, já podemos ir sentindo a dificuldade da opção comunitária pelo dízimo. O dízimo só será autêntico se nascer deste veio fecundo que é a Palavra de Deus.
Além disso, para sermos autênticos e fiéis na devolução do dízimo é importante sabermos planejar. É comum nas famílias separar o dinheiro para o aluguel, a prestação, o supermercado, os impostos etc, até mesmo antes de receber o salário. A pergunta que devemos fazer é esta: por que não separar também o dízimo? É uma “importância” que eu não conto com ela para outros gastos mesmo antes de receber o salário. O dízimo, portanto, é o meu compromisso sistemático com a minha comunidade. Se não me comprometo mensalmente, como fica a minha comunidade que conta com a minha participação para saldar seus compromissos mensais?
O dízimo é instrumento de evangelização
            Evangelizar é uma exigência de nossa fé. É o serviço que Jesus confiou à sua Igreja. Ela existe principalmente para evangelizar. Todos os batizados são encarregados desta tarefa. Como dizia São Paulo, “ai de mim se eu não evangelizar” (1Cor 9,16). O dízimo é uma maneira de evangelizar. Ao devolver o dízimo, evangelizamos a nós mesmos, damos o testemunho de comunhão necessário para evangelizar a sociedade, e ainda sustentamos os serviços de evangelização de nossa Igreja.
Podemos dizer que o dízimo é um “jeito antigo e novo”, na Igreja, de partilharmos os bens e realizarmos a comunhão. Este modo da Igreja ser fundamenta-se nas primeiras comunidades cristãs: “Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e possuíam tudo em comum; vendiam suas propriedades e seus bens e repartiam o dinheiro entre todos, conforme a necessidade de cada um” (At 2, 44,45).
            Toda pessoa é chamada a evangelizar, mas primeiramente é preciso deixar-se evangelizar, tornar-se discípulo, testemunhar o Evangelho com a vida. O dízimo possibilita este esforço de conversão e testemunho, pois ajuda cada dizimista a desapegar-se dos bens e a crescer na dinâmica da partilha. Além disso, o dízimo sustenta a comunidade cristã, da forma mais adequada e evangélica. A devolução do dízimo nada compra; é essencialmente gratuidade. Quem devolve o dízimo não terá privilégios. A comunidade eclesial não é clube onde se está em dia com a mensalidade para ter direitos.
            Devolver o dízimo não garante pedaço no céu. É expressão de entrega gratuita ao Senhor e compromisso com a ação evangelizadora. Ao devolver o dízimo, cada pessoa deveria dizer como Jesus nos ensina: “Somos servos inúteis, fizemos apenas o que tínhamos de fazer” (Lc 17,10).
PARA REFLETIR:
1. Há pessoas que colaboram com diversas campanhas, mas não colaboram com o dízimo em suas comunidades. Como alcançar os corações mais endurecidos?
2. O dízimo é instrumento de evangelização. Quais as tarefas próprias da Equipe da Pastoral do Dízimo?
Pe. José Afonso de Lemos
Coordenador Arquidiocesano da Pastoral do Dízimo

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

2015 - Ano da Paz

CNBB define 2015 como o “Ano da Paz”

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançará, no próximo domingo, dia 30, 2015 como o Ano da Paz. A proposta foi aprovada na última Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida- SP, e terá início no primeiro domingo do advento, dia 30 e encerramento no natal de 2015. “O importante, como foi lembrado na assembleia, é que, durante todo o Ano Litúrgico reflitamos sobre a paz, para superarmos a violência”, explica o secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner.
Uma Comissão está preparando alguns subsídios que serão enviados às dioceses. “Desejamos, com o Ano da Paz, abrir fendas na onda de violência que se manifesta na morte de tantas pessoas, nos lares em conflito, na corrupção, na agressividade do trânsito, na impossibilidade de diálogo nas diferenças, até mesmo religiosas”, conta Dom Leonardo Ulrich Steiner.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

CNBB divulga nota "Brasil pós-eleições: compromissos e desafios"


 


A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, nesta quinta-feira, dia 20, a nota "Brasil pós-eleições: compromissos e desafios". O texto foi aprovado pelo Conselho Episcopal Pastoral (Consep), reunido em Brasília, nos dias 18 e 19 de novembro, e recorda aos escolhidos nas eleições de outubro "a responsabilidade colocada sobre seus ombros de não frustrar as expectativas de quem os elegeu" e o "compromisso com a ética, a verdade e a transparência no exercício de seu mandato, bem como o dever de servir a todo o povo brasileiro". Os bispos reafirmam a importância da participação da Igreja na Política como auxílio na construção de "uma sociedade justa e fraterna". Neste sentido, a nota também destaca a urgência da reforma política, como arma contra a corrupção.
 
Leia o texto na íntegra:
 
Brasília, 19 de novembro de 2014
 
P. N. 0914/14
 
Brasil pós-eleições: compromissos e desafios
 
O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília nos dias 18 e 19 de novembro de 2014, saúda a nação brasileira pela democracia e cidadania vivenciadas nas eleições de outubro deste ano. Cumprimenta a todos que participaram do processo eleitoral e os eleitos. Recorda-lhes a responsabilidade colocada sobre seus ombros de não frustrar as expectativas de quem os elegeu e seu compromisso com a ética, a verdade e a transparência no exercício de seu mandato, bem como o dever de servir a todo o povo brasileiro.
 
A campanha eleitoral deste ano ratificou o processo democrático brasileiro no qual partidos, candidatos e eleitores puderam debater suas ideias e projetos. Tornou mais visíveis, no entanto, graves fragilidades de nosso sistema político:  sua submissão ao poder econômico financiador das campanhas; o descompromisso de partidos e candidatos com programas, favorecendo debates com ataques pessoais; a prevalência da imagem dos candidatos produzida pelos marqueteiros; o desrespeito, em alguns casos, às leis que combatem a corrupção eleitoral.
 
Passadas as eleições, urge ao País recompor sua unidade no respeito às diferenças e à pluralidade, próprias da democracia. Nada justifica a disseminação de uma divisão ou de ódio que depõe contra a busca do bem comum, finalidade principal da Política. O bem de todos coloca a pessoa humana e sua dignidade acima de ideologias e partidos.
 
A construção do bem comum desafia, especialmente, os eleitos em outubro deste ano. A corrupção na Petrobras reforça a sensação de que é um mal que não tem fim. Vemos aqui, claramente, as consequências do financiamento de campanhas por empresas, porta e janela de entrada da corrupção. Nenhum país prospera com corrupção que, no caso do Brasil, lamentavelmente já vem de muitos anos e não se limita à Petrobras.
 
A reforma política é outra urgência inadiável. Convicta disso, a CNBB se empenhará ainda mais na coleta de assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular proposto pela Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas. À reforma política, entretanto, é necessário unir outras reformas igualmente urgentes como a tributária e a agrária. O Brasil não pode mais conviver com tanta omissão em relação a estas e outras matérias que lhe são vitais.
 
“A política, tão desacreditada, é uma sublime vocação, é uma das formas mais preciosas da caridade, porque busca o bem comum” (Papa Francisco. Evangelii Gaudium, n.205). Nesse espírito, a CNBB reafirma que a sua participação na vida Política é tão importante quanto necessária para ajudar na construção de uma sociedade justa e fraterna. Afinal, “ninguém pode exigir-nos que releguemos a religião para a intimidade secreta das pessoas, sem qualquer influência na vida social e nacional, sem nos preocupar com a saúde das instituições da sociedade civil, sem nos pronunciar sobre os acontecimentos que interessam aos cidadãos. Uma fé autêntica – que nunca é cômoda nem individualista – comporta sempre um profundo desejo de mudar o mundo, transmitir valores, deixar a terra um pouco melhor depois da nossa passagem por ela” (Papa Francisco. Evangelii Gaudium, n.183).
 
Nossa Senhora Aparecida abençoe o Brasil e os que foram eleitos a fim de que sejam fieis ao seu compromisso com o bem comum.
 
 
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
 
Arcebispo de Aparecida
 
Presidente da CNBB
 
 
Dom José Belisário da Silva, OFM
 
Arcebispo de São Luís do Maranhão
 
Vice Presidente da CNBB
 
 
Dom Leonardo Ulrich Steiner
 
Bispo Auxiliar de Brasília
 
Secretário Geral da CNBB
 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Campanha de Evangelização 2014



“Cristo é nossa paz” é o lema da Campanha para a Evangelização 2014, que completa 16 anos a serviço das atividades pastorais da Igreja. Este ano, a mobilização nacional buscará promover iniciativas que visem superar a violência e edificar a paz, além de articular gestos concretos na sociedade por meio das ações evangelizadoras da Igreja.

O lema escolhido também é apropriado para o tempo litúrgico do Advento. Neste período de preparação ao Natal, entre pessoas, famílias e na sociedade em geral, existe um clima de confraternização na busca pela paz. O material da Campanha está disponível no site da CNBB.

Criada em 1998 pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a iniciativa busca mobilizar os católicos a assumir a responsabilidade de participar na sustentação das atividades pastorais da Igreja. 

A Campanha para a Evangelização (CE) tem o slogan “Evangeli.Já”, que faz referência à palavra evangelizar e mostra a urgência da evangelização e da cooperação de todos. O ponto alto da Campanha será a coleta realizada nas missas e celebrações do domingo, 14 de dezembro. 

A distribuição dos recursos é feita da seguinte forma: 45% permanecem na própria diocese; 20% são encaminhados para os regionais da CNBB; e os demais 35% para a CNBB Nacional. As doações, em caráter individual, também podem ser feitas pelo site: www.evangelija.com


Oração

Pai Santo, quisestes que a vossa Igreja fosse no mundo fonte de salvação para todas as nações, a fim de que a obra do Cristo que vem continue até o fim dos tempos.
Aumentai em nós o ardor da evangelização, derramando o Espírito prometido, e fazei brotar em nossos corações a resposta da fé.
Por Cristo, nosso Senhor.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Livros da Novena de Natal


Gostaríamos de informar que já está disponível na Secretaria Paroquial o livrinho da novena de Natal. 

Festa de Cristo Rei

Toda a Forania de Santa Bárbara, que compreende as Paróquias de Catas Altas, Santa Bárbara, Brumal e Santa Rita Durão, estará celebrando a grande Festa de Cristo Rei, no próximo domingo dia 23/11 ás 16h na Paróquia de São João Batista. Além da nossa acolhida, todos estão convidados a participar deste grande momento de expressão de nossa fé. Por isso ficam canceladas as celebrações na Igreja de São Miguel ás 18h e Santuário ás 19h30.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Viva São Judas Tadeu

Missa de encerramento das festividades em honra de São Judas  acontecerá no dia 28/10 as 19 horas na Igreja de São Judas. Todos são convidados.

Dia 02 de Novembro - finados

Se o tempo permitir, a Missa das 7 da manhã será transferida do Santuário para o Cemitério Local. 
Os outros horários serão os normais do
 Primeiro Domingo do Mês
09h e 19h30 - Santuário São João Batista
07h - Igreja Santo Antônio - Capim Cheiroso
15h - Comunidade Gongo Soco
18h - Igreja de São Miguel
19h30 - Salão São Vicente no Braz Molina

domingo, 19 de outubro de 2014

Papa Paulo VI é beatificado



No dia 21 de junho de 1963 foi eleito pelo conclave o cardeal Giovanni Battista Montini. Escolheu como nome papa Paulo VI, sendo o responsável por reabrir o Concílio Vaticano II, após a morte de seu antecessor, o papa João XXIII.

Após 36 anos do falecimento do papa Paulo VI, no dia 9 de maio deste ano, o papa Francisco promulgou o decreto sobre o milagre atribuído à intercessão do venerável Servo de Deus, que deixou importantes contribuições para a missão da Igreja, frutos da Assembleia Conciliar Ecumênica.

Beatificação

Após a comprovação do milagre, a Congregação para a Causa dos Santos comunicou a decisão do papa Francisco em beatificar Paulo VI, neste domingo, 19 de outubro, no encerramento da 3ª Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família. A cerimônia de beatificação aconteceu na Praça de São Pedro às 10h30 (5h30 de Brasília).

O beato foi autor da encíclica sobre a defesa da vida e da família, a “Humanae Vitae”, que completou 46 anos de sua publicação.

O milagre

No período da gravidez, uma mãe da Califórnia, no início dos anos 90, teve o diagnóstico dos médicos de um grave problema no feto e, após vários testes, sugeriram que à jovem mãe abortasse. Mesmo com a orientação, a mulher decidiu não abortar, sabendo que a criança poderia nascer com comprometimentos físicos e cerebrais.

A mãe então pediu a intercessão do papa Paulo VI e a criança nasceu sem problemas. Em 2012, a Igreja reconheceu por meio da Congregação para a Causa dos Santos, que se tratava de um acontecimento realmente extraordinário e sobrenatural, ocorrido graças à intercessão de Paulo VI.

O novo beato nasceu em 26 de setembro de 1897 em Concesio (Itália) e faleceu em Castelgandolfo, no mesmo país, em agosto de 1978

Arquidiocese de Mariana ganha mais um padre





Com o tema “Não fostes vós que me escolhestes, fui eu que vos escolhi” (Jo 15,16), o Diácono Alex Martins de Freitas recebeu, neste sábado, dia 18, sua ordenação sacerdotal. A celebração Eucarística foi presidida por Dom Geraldo Lyrio Rocha, em Viçosa.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Papa nomeia bispo auxiliar para arquidiocese de Goiânia





O papa Francisco nomeou hoje, 8 de outubro, padre Levi Bonatto como bispo auxiliar da arquidiocese de Goiânia (GO). Atualmente, padre Levi é capelão do Centro Cultural Marumbi, em Curitiba (PR).

Natural de São José dos Pinhais (PR), padre Levi nasceu em 5 de dezembro de 1957. Formou-se em Economia pela Universidade Federal do Paraná e doutorou-se em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Santa Cruz de Roma. Foi professor adjunto do setor de Direito Canônico e do setor de Línguas no Studium Generale do Brasil da prelazia do Opus Dei. Durante nove anos foi capelão do Centro Cultural Esplanada e Alfa em São José dos Campos.

Além de capelão do Centro Cultural Marumbi, padre Levi exerce atividades pastorais voltadas à família e coordena a Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz no Paraná.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

“No Sínodo dos Bispos, somos chamados a trabalhar para a vinha do Senhor”, afirma o papa


A 3ª Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos foi iniciada, no domingo, dia 5, com a missa celebrada na Basílica de São Pedro, no Vaticano. Na ocasião, o papa Francisco comentou a liturgia do dia, que recorda a imagem da vinha do Senhor, “projeto de Deus para a humanidade”. Ao relacionar com o acontecimento do Sínodo, o pontífice afirmou que os participantes são “chamados a trabalhar na vinha do Senhor”.

De acordo com Francisco, as assembleias sinodais não servem para “para discutir ideias bonitas e originais, nem para ver quem é mais inteligente”, por outro lado tem a função de “cultivar e guardar melhor a vinha do Senhor, para cooperar no seu sonho, no seu projeto de amor a respeito do seu povo”. O cuidado com a família, considerada parte integrante do desígnio de amor para a humanidade, será debatido no encontro a partir do tema “Os desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização”.

Em sua homilia, o papa afirmou que “o sonho do Senhor é o seu povo” e que, assim como as videiras, Ele plantou e cultivou com amor paciente e fiel “para se tornar um povo santo, um povo que produza muitos e bons frutos de justiça”. A vinha inculta e com frutos selvagens encontra sua causa na “ganância de poder e de dinheiro” dos agricultores.

Para Francisco, os vinhateiros “arruínam o projeto do Senhor pois não trabalham para Ele, mas só para os seus interesses, carregando sobre os ombros do povo pesos insuportáveis. Quando, na verdade, a tarefa dos líderes do povo é cultivar a vinha com liberdade, criatividade e diligência”.

A formação de um povo santo que pertença a Deus e produza bons frutos é, segundo Francisco, o desejo do Senhor, e os 191 padres sinodais, que até o dia 19 de outubro discutirão sobre a família, devem ter seus pensamentos e projetos apontados para esta indicação. “Para cultivar e guardar bem a vinha, é preciso que os nossos corações e as nossas mentes sejam guardados em Cristo Jesus pela ‘paz de Deus que ultrapassa toda a inteligência’, como diz São Paulo”, lembrou o bispo de Roma.

Clareza

Hoje, dia 6, as atividades tiveram início às 9h, com debate sobre “matrimônio e família”. Num breve discurso de introdução, o papa Francisco deu orientações aos padres sinodais sobre seus posicionamentos. “Falar claro é condição básica”, exortou. “Que ninguém diga ‘isso não se pode dizer, fulano pensará isso ou aquilo de mim’. É preciso dizer tudo o que se sente, a verdade sem temores”, afirmou.
Francisco contou que, em fevereiro, durante o último consistório, um cardeal escreveu para ele lamentando que nem todos os presentes tiveram coragem de dizer algumas coisas “por respeito ao papa, pensando que ele pensasse de forma diferente”.

“Isto não é certo, não é sinodalidade, porque os padres sinodais devem dizer tudo o que, no Senhor, sentem que têm que dizer, sem pavor. Ao mesmo, deve-se escutar com humildade e acolher, de coração aberto, o que dizem os irmãos. Com estas duas atitudes, se exerce a sinodalidade”, explicou o papa.

Em entrevista à Rádio Vaticano, o arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer, reiterou o desejo de conhecer as realidades enfrentadas pela família no mundo todo. “O sínodo é convocado para que faça aparecer a voz e o pensamento da Igreja, ou seja, das igrejas nos diversos lugares, como nas dioceses, as conferências episcopais que os bispos representam. Sobretudo, o papa quer ouvir para depois ter uma palavra da Igreja a respeito desse assunto”, explicou dom Odilo.

O arcebispo de Budapeste, na Hungria, e presidente-delegado do Sínodo, cardeal Peter Erdo, apresentou o relatio ante disceptationem (relatório precedente ao debate). Ele recordou o papa Paulo VI, quando afirmou que “a família não é só sujeito de evangelização, mas sujeito primário no anúncio da Boa Nova de Cristo”. Diante disso, considera ser necessária “a incessante compreensão e atualização do Evangelho da Família, e os problemas familiares mais graves devem ser considerados como ‘sinal dos tempos’”.

Divorciados recasados, preparação de sacerdotes para trabalhar com aconselhamento de casais sobre a validez de sua união e dificuldades sociais e culturais que pesam na vida matrimonial e familiar foram elementos apresentados no relatório. O documento sugeriu “dar respostas reais e impregnadas de caridade aos problemas que, especialmente hoje, tocam a existência da Família”.
Com informações da Rádio Vaticano
Com fotografia da Rádio Vaticano e agência AFP

sábado, 4 de outubro de 2014

Avisos

       Por motivo das Eleições, no domingo dia 05 não teremos celebração nas comunidades Braz Molina e São Miguel.
      
      Pedimos a todos os coordenadores de comunidades da Paróquia de São João Batista que procurem o Escritório Paroquial para pegar o material de Preparação da Assembleia Paroquial de Pastoral que acontecerá em novembro.

       Inscrição dos noivos que vão fazer a Preparação para o Casamento, do dia 06 a 10 de outubro de 13h ás 17h no Escritório Paroquial.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Festa de Nossa Senhora Aparecida




Tríduo Preparatório nos dias 09, 10 e 11 de outubro/2014 as 17hs na Capela Nossa Sra. Aparecida

DIA 12 – Dia da Padroeira
7h. – Missa no Santuário, logo após Procissão para a Capela Nossa Senhora Aparecida. Na chegada missa em louvor a Padroeira.

7h. – Missa Na Capela Santo Antônio Cabeça de Ferro

9h. - Missa na Igreja de São José, em seguida procissão equestre para a Capela de Nossa Senhora Aparecida. Chegando benção dos Cavaleiros e Amazonas.

11h. – Missa na Capelinha da Gerdau.

15h.- Missa nas comunidades Socorro e Três Porteiras.

16h. – Missa na Capela de São Judas Tadeu.

18h. – Missa Igreja São Miguel.

19h. – Missa Nossa Senhora do Rosário - Cocais.

19h30. – Missa no Santuário e na Comunidade Chácara II.
                                     

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Celebrações Eucarísticas nas comunidades da paróquia São João Batista


1º Sábado
07h – Cel. Da Palavra no Santuário São João Batista
18h - Igreja Nossa Sra. Rosário - Viúva
19h30 - Igreja São Benedito
20h - Santuário São João Batista 


1º Domingo
07h, 09h e 19h30 - Santuário São João Batista
07h - Igreja Santo Antônio - Capim Cheiroso
15h - Comunidade Gongo Soco
18h - Igreja de São Miguel
19h30 - Salão São Vicente no Braz Molina

2º Sábado
07h - Cel. Da Palavra no Santuário São João Batista
18h - Igreja Nossa Sra. Rosário - Viúva
19h30 - Igreja Nossa Sra. Dores - Lagoa
20h - Santuário São João Batista

2º Domingo
07h, 09h e 19h30 - Santuário São João Batista
07h - Igreja Santo Antônio - Cabeça de Ferro
15h - Igreja Mãe Augusta do Socorro
18h - Igreja de São Miguel
19h30 - Comunidade Chácara II

3º Sábado
07h - Cel. Da Palavra no Santuário São João Batista
18h - Igreja Nossa Sra. Rosário - Viúva
19h30 - Capela São Sebastião - Vila Regina
20h - Santuário São João Batista

3º Domingo
07h, 09h e 19h30 - Santuário São João Batista
07h - Comunidade Santa Cruz
15h - Comunidade Galego
18h - Igreja São Miguel
19h30 - Comunidade Chácara III

4º Sábado
07h - Cel. Da Palavra no Santuário São João Batista
18h – Igreja Nossa Sra. Rosário - Viúva
19h30 - Igreja Nossa Sra. Perpétuo Socorro - Leão XIII
20h - Santuário São João Batista 

4º Domingo
07h, 09h e 19h30 - Santuário São João Batista
07h - Igreja de Santo Antônio - Capim Cheiroso
15h - Igreja Nossa Sra. das Mercês em Àgua Limpa
15h - Igreja Santo Antônio - Córrego da Onça
18h - Igreja São Miguel
19h30 - Comunidade Boa Esperança


 

CNBB publica texto base da Campanha da Fraternidade 2015

Com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45),

a Campanha da Fraternidade (CF) 2015 buscará recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II.



CF-2015 discutirá a relação Igreja e Sociedade.

O texto base utilizado para auxiliar nas atividades da CF 2015 já está disponível nas Edições CNBB. O documento reflete a dimensão da vida em sociedade que se baseia na convivência coletiva, com leis e normas de condutas, organizada por critérios e, principalmente, com entidades que “cuidam do bem-estar daqueles que convivem”.

Na apresentação do texto, o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, explica que a Campanha da Fraternidade 2015 convida a refletir, meditar e rezar a relação entre Igreja e sociedade.

“Será uma oportunidade de retomarmos os ensinamentos do Concílio Vaticano II. Ensinamentos que nos levam a ser uma Igreja atuante, participativa, consoladora, misericordiosa, samaritana. Sabemos que todas as pessoas que formam a sociedade são filhos e filhas de Deus. Por isso, os cristãos trabalham para que as estruturas, as normas, a organização da sociedade estejam a serviço de todos”, comenta dom Leonardo

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Em busca da Paz

Dom Leonardo Steiner - André Correa (2)

Em entrevista ao Jornal Pastoral de Mariana, o secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, fala sobre a realização do Ano da Paz e sobre como as comunidades podem ajudar a construir as bases estabelecidas pela CNBB para a sua realização. Durante a 52ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a proposta foi aprovada, por unanimidade. O ano da paz terá início no primeiro domingo do Advento (30 de novembro de 2014) e vai até o Natal de 2015. De acordo com Dom Leonardo, o aumento da violência dá a sensação de relações quebradas. e sobre como as comunidades podem ajudar a construir as bases estabelecidas na proposta da CNBB.
PASTORAL: Durante a 52ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, foi aprovada, por unanimidade, a realização do Ano da Paz em 2015. O que motivou, essencialmente, esta escolha?
DOM LEONARDO: Os bispos reunidos no Conselho Permanente e no Conselho Episcopal de Pastoral – CONSEP da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB vinham refletindo sobre a realidade da violência. Violência vista e experimentada na morte de pessoas, na corrupção, na justiça com as próprias mãos, na falta de diálogo, na insistência da diminuição da maioridade penal, nas manifestações e destruição do patrimônio público e particular. Havia a percepção de que relações fundamentais foram rompidas. Assim, o Conselho Permanente sugeriu aos bispos reunidos em Assembleia Geral um ano de reflexão e ação na busca de relações que conduzem a uma convivência justa e fraterna, isto é, de paz.
PASTORAL: O que a CNBB entende como violência? As relações entre as pessoas estão deterioradas por um sentimento de violência?
DOM LEONARDO: A CNBB busca expressar a realidade em que vivemos. Vivemos no meio da violência. A palavra violência vem de vis+lentus que pode ser dito como o uso contínuo da força. Pois vis quer dizer força e lentus contínuo. A ação contínua da força. As reflexões feitas nos ajudaram a perceber alguns elementos importantes quando se usa continuamente a força. A violência não acontece por acaso. Ela é uma reação. Reação às relações fragmentadas, à falta de justiça, à valorização distorcida do conforto e da necessidade de bens, ao uso da força e do poder, ao individualismo crescente, à desintegração da família, à educação sem valores, à exacerbação da própria violência nos meios de comunicação, à falta de formação da pessoa. Além disso, vemos a violência no trânsito, a violência nas casas, a violência com o povo de rua. A violência salta aos olhos! Salta aos olhos a necessidade como cristãos de ajudarmos na promoção das relações e valores que conduzam a uma convivência de irmãos.
PASTORAL: O que deve ser promovido pela CNBB neste ano da Paz, e em que medida as comunidades podem trabalhar para ajudar na construção dos objetivos estabelecidos?
DOM LEONARDO: Vamos aproveitar os diversos meios que temos à disposição para promover a paz. Os folhetos litúrgicos poderiam abordar durante um ano diversos aspectos relacionados com uma convivência de irmãos e irmãs. Os meses temáticos, como mês vocacional, mês da Bíblia, mês missionário, poderiam trazer à luz outros aspectos que podem lançar luz sobre a necessidade de justiça, paz, oportunidade, fraternidade. Provavelmente, teremos um dia no próximo ano em que manifestaremos publicamente nas ruas o nosso desejo de paz. Não será criando mais leis que viveremos como irmãos e irmãs.
Em busca da Paz
PASTORAL: Nos últimos anos, estamos acompanhando um aumento da violência que se baseia no fazer “justiça com as próprias mãos”. Como o senhor vê o aumento deste tipo de violência e como combatê-la?
DOM LEONARDO: As pessoas têm a sensação de que não há justiça. Existe uma sensação de impunidade diante do desvio do dinheiro público, do beneficiar-se da coisa pública, das mortes, da veiculação contínua do mais forte como o herói que sobrevive matando os outros. Existe um vazio de valores vitais que despareceram na educação familiar e escolar. Essa sensação desperta para a violência. Mas, a violência não se combate com a violência. A violência é vencida pela não violência, como entrevemos em Jesus na cruz. A fé desperta para uma proximidade e acolhida que supera a força dos violentos. Os mártires e as mártires, os promotores da paz não conhecem a força. Levam a força do Reino de Deus!
PASTORAL: O Papa Francisco tem sido um pregador assíduo de uma paz possível entre os povos. Uma paz para todos. Qual a mensagem que o senhor deixa para cada cristão, leigo e religioso, que sirva como incentivo para a construção deste “caminho da paz”?
DOM LEONARDO: “Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus”, nos diz Jesus no Evangelho de Mateus. Os filhos e filhas de Deus são promotores e construtores da paz. Promover, construir é uma ação; uma ação que é uma relação. Relação perpassada pela suavidade e dignidade da filiação divina. Essa relação deixa tudo e a todos na sua espacialidade própria, na convivialidade própria. Perdemos a urbanidade; dar a vez ao outro. Poderíamos começar com o mais simples e mais próximo: na nossa família, na nossa comunidade, no nosso lugar de trabalho. Promover a paz, isto é, relações novas, segundo o Evangelho. A paz se constrói com a fragilidade de nossos gestos, palavras e proximidade. O cristão é uma pessoa com a força e a suavidade do Espírito, como o modo da convivência de Jesus. Não podemos desistir da paz, mas persistir no caminho da paz.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Avisos

Formação para as Equipes de Liturgia dia 13/09 sábado, de 08h ás 12h, no Salão Paroquial. (Leitores, Cantores, Instrumentistas, Comentaristas, Coroinhas e Ministros da Eucaristia e todos que desejarem participar das equipes).


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 Formação com todos os catequistas. Dia 14/09 domingo, de 08h ás 12h, no Salão Paroquial.  

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A Sociedade São Vicente de Paulo (Vicentinos) comunicam que estarão distribuindo gratuitamente, roupas, calçados e cobertores, todas as quintas-feiras a partir das 16h30 em sua sede em frente á Prefeitura Municipal.

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Convidamos a todos para participarem do 8º Viva Feliz sem Drogas promovido pelo Núcleo de Apoio Reviver: 
No dia 12 (sexta-feira) Palestras a partir das 12h no Salão Paroquial.
Dia 13 e 14 – Recreação no Campo Metaluzina a partir das 08h.
Contamos com a presença de todos.