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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Papa Francisco pede que jovens filipinos sejam corajosos


Integridade, solicitude e cuidado foram as três palavras enfatizadas pelo papa Francisco em encontro com jovens, no domingo, 18, na Universidade São Tomás de Manila, nas Filipinas. Na reflexão, o papa convidou a juventude filipina a aceitar os desafios mantendo as convicções, defender o meio ambiente e dar atenção aos mais necessitados.

Sobre a integridade, Francisco instigou os jovens a não se deterem ao sentido negativo da palavra, exatamente porque “pode ser desafiada por interesses egoístas, pela ganância, pela desonestidade ou pela intenção de manipular os outros”.

No diálogo com a juventude, o papa disse que o “desafio” pode ser visto como convite a ser corajoso, a dar testemunho profético da própria fé e de tudo que se crê e considera sagrado. “Neste sentido, o desafio da integridade é algo com que vocês precisam se confrontar nestes tempos e nas suas vidas”, recordou Francisco.

Defender a vida

Diante dos desastres ambientais que atingem o mundo, o papa alertou os jovens para a necessidade de proteger o meio ambiente. “Não apenas porque as Filipinas, mais do que outros países, corre o sério risco de ser afetada pelas mudanças climáticas, mas como cidadãos responsáveis e seguidores de Cristo”, explicou Francisco.

O papa disse, ainda, ser urgente o correto uso e gestão dos recursos naturais e, que os jovens devem contribuir para essas mudanças. “Vocês são o futuro das Filipinas, demonstrem interesse por tudo o que acontece na sua belíssima terra”.

Ao final da reflexão, Francisco pediu aos jovens o cuidado com os pobres e mais necessitados. “Cada um é chamado a estender a mão pessoalmente e servir nossos irmãos e irmãs mais necessitados. Há sempre alguém perto de nós que está em necessidade: material, psicológica ou espiritual. O maior presente que podemos dar é nossa amizade, a nossa ternura e zelo, nosso amor por Cristo”, concluiu o papa.

CNBB com informações e foto do News.va

19 janeiro, 2015

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Arquidiocese de Mariana terá novos diáconos já em fevereiro

Ordenação Diaconal
A Arquidiocese de Mariana ganhará três novos diáconos no próximo dia 7 de fevereiro. Eles serão ordenados pelo arcebispo de Mariana, dom Geraldo Lyrio Rocha, durante a Celebração na Catedral Basílica Nossa Senhora da Assunção – em Mariana – MG. A celebração acontecerá às 10 horas.
Serão ordenados os acólitos Gilmar Lopes da Silva (Viçosa), Rodrigo Marcos Ferreira (Dom Silvério) e Vanderlei Gomes Guimarães (Viçosa).
13 janeiro, 2015

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Jovens de toda a Arquidiocese participam da Semana Vocacional 2015

Semana Vocacional - Mariana (1)
Trinta e oito jovens participam nas cidades de Barbacena e Mariana, da primeira Semana Vocacional de 2015. São jovens que vieram de todas as regiões da Arquidiocese, com o objetivo de participar de dinâmicas, momentos celebrativos e de oração, que contaram com a presença do Arcebispo Dom Geraldo Lyrio Rocha, além de conversas com padres e psicólogos no intuito de discernir sobre o chamado à vocação sacerdotal. “Este é o momento em que promovemos um processo muito sério conduzido pelos padres e psicólogos que ajudam os nossos adolescentes e jovens a procurarem no próprio coração a escuta ao chamado de Deus. Assim eles vão oferecendo as suas respostas, se de fato pretendem entrar no processo formativo, nas duas etapas da Semana Vocacional”, explica um dos coordenadores do processo, padre Euder Monteiro.
A Semana Vocacional teve início no dia 4 e segue até o próximo sábado dia 10 de janeiro. Segundo padre Euder, o processo é dividido em duas etapas. “Nós temos a Semana Vocacional em Mariana que é para a primeira etapa, que é a etapa do ensino médio, o que chamamos hoje de Grupo de Orientação Vocacional. Então os quinze jovens que estão aqui estão procurando o discernimento para assim entrarem no Grupo de Orientação Vocacional do ano de 2015, que é a primeira etapa do nosso seminário. Em Barbacena têm 23 jovens procurando responder a este chamado, mas para entrarem já na segunda etapa do seminário que é o Propedêutico. Aqueles que já têm o ensino médio e que então vão entrar nesta etapa do Propedêutico que é preparatória para o seminário maior”, afirma o padre.
Barbacena
Com o tema “Jovem – Cristo te ama, Cristo te espera”, a Semana Vocacional 2015 tem como motivação para este ano o convite que Jesus faz a todosSemana Vocacional - Barbacena (3) para segui-Lo, com coragem e generosidade. Em sua homilia no Seminário Bom Pastor, em Barbacena, o Padre Valter Magno, reitor do seminário, partilhou sua alegria em ver tantos jovens discernindo o chamado de Cristo: “Neste ano em que o nosso seminário completa 265 anos, a experiência da Semana Vocacional nos proporciona duas importantes reflexões: a primeira, uma gratidão a Deus que, na Sua infinita bondade, atende a prece dos que rezam pedindo operários para a messe; a segunda, a alegria de encontrar aqui jovens que, respondendo ao chamado de Jesus, dão continuidade à história do Seminário de Mariana”.
Aos jovens que querem participar deste processo, o padre Euder dá as orientações. “Aqueles que tem o desejo de responderem ao chamado de Deus à vocação sacerdotal podem procurar em suas paróquias mais informações acerca das datas que na nossa Arquidiocese são disponíveis para os encontros regionais. A Arquidiocese oferece, por meio do Serviço de Animação Vocacional, os encontros vocacionais em meados de setembro, que são nas regiões e o encontro no final do ano, em meados de novembro e dezembro, no qual temos a oportunidade de reunir todos os adolescentes em um grande encontro.  Por meio destas etapas dos encontros vocacionais, esses jovens e adolescentes vão conhecendo todo o processo para no próximo ano de 2016 participarem também da semana vocacional e oferecerem uma resposta  generosa ao chamado de Deus”, conclui.
8 janeiro, 2015

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

"Ajudar e escutar mais as mães", diz o Papa na catequese

Na primeira audiência geral do Papa Francisco em 2015, nesta quarta-feira, 7, o tema da catequese foi centrado no papel das mães na família, na sociedade e na Igreja.

Dando continuidade ao ciclo de catequeses sobre a Família, o Pontífice centrou sua atenção sobre a figura da Mãe, ressaltando a imagem da ‘Igreja-Mãe’ e citou o arcebispo Oscar Romero falando de ‘martírio materno’. Por causa do inverno, as audiências decorrem na Sala Paulo VI.

Recordando a Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, celebrada no primeiro dia do ano, o Santo Padre afirmou que "é a Mãe de Jesus que depois de O ter gerado, apresenta o Filho ao mundo", e destacou o papel central das mães na vida familiar:

“Na família está a mãe. Cada pessoa humana deve a vida a uma mãe e quase sempre deve a ela muito da própria existência sucessiva, da formação humana e espiritual. A mãe, apesar de ser muito exaltada de um ponto de vista simbólico, é pouco escutada e pouco ajudada na vida cotidiana, pouco considerada no seu papel central na sociedade. Aliás, muitas vezes, aproveita-se da disponibilidade das mães para se sacrificarem pelos filhos, para se poupar nas despesas sociais", assinalou o Pontífice.

"A mãe, apesar de ser muito exaltada de um ponto de vista simbólico, é pouco escutada e pouco ajudada na vida cotidiana, pouco considerada no seu papel central na sociedade".
Segundo o Santo Padre, as mães são o maior antídoto contra o individualismo egoísta. “Indivíduo quer dizer que não se pode dividir. Ao contrário as mães dividem-se a partir de quando recebem um filho para dá-lo ao mundo” – recordou o Papa que citou o Arcebispo de San Salvador Oscar Romero que falava do ‘martírio materno’:

“Na homilia no funeral de um padre assassinado pelos esquadrões da morte, ele disse citando o Concílio Vaticano II: ‘Todos devemos estar dispostos a morrer pela nossa fé, mesmo que o Senhor não nos conceda esta honra... Dar a vida não significa só ser mortos; dar a vida, ter espírito de martírio, é dar no dever do silêncio, na oração, no cumprimento honesto do dever; naquele silêncio da vida cotidiana; dar a vida pouco a pouco! Sim, como uma mãe, que sem temor, com a simplicidade do martírio materno, concebe no seu seio um filho, dá-o à luz, amamenta-o, faz crescer e acode com afeto. É dar a vida. É martírio’. Sim ser mãe não significa só pôr no mundo um filho, mas é também uma escolha de vida, a escolha de dar a vida', sublinhou.

Francisco lembrou que até nas comunidades cristãs, as mães nem sempre são valorizadas. "Deveríamos compreender melhor sua luta cotidiana em serem eficientes no trabalho, atenciosas e carinhosas com a família; precisaríamos entender suas aspirações para expressar os frutos melhores e mais autênticos de sua emancipação", completou.

O Papa Francisco concluiu a sua catequese afirmando que a Igreja também é mãe e os cristãos não são “orfãos mas filhos da Igreja, de Nossa Senhora e das nossas mães”.

Ao final, o Santo Padre saudou também os peregrinos de língua portuguesa:
“Caros peregrinos de língua portuguesa, agradecido pelos votos e preces dirigidas a Deus por mim durante as festividades do Natal, de todo o coração desejo a todos um feliz Ano Novo, pedindo a Nossa Senhora, Mãe de Deus e da Igreja, que seja a estrela que protege a vida das vossas famílias. Que Deus vos abençoe!”
No final da audiência alguns membros do "Golden Circus di Liana Orfei" exibiram-se perante o Papa Francisco que se divertiu muito e que depois de os aplaudir encorajou-os a serem não apenas portadores do sorriso e mensageiros de solidariedade entre os povos e as nações, mas criadores de beleza.

O Papa Francisco deu a todos a sua benção.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Divulgada mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial do Doente 2015


O Vaticano divulgou hoje, 30 de dezembro, a mensagem do papa Francisco para o 23º Dia Mundial do Doente. Instituído pelo papa João Paulo II em 1992, o Dia Mundial do Doente é celebrado em 11 de fevereiro, festividade da Virgem de Lourdes. Leia, na íntegra, o texto:

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O XXIII DIA MUNDIAL DO DOENTE

(11 DE FEVEREIRO DE 2015)

«Sapientia cordis. “Eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo” (Jó 29, 15)»

Queridos irmãos e irmãs,

Por ocasião do XXIII Dia Mundial do Doente, instituído por São João Paulo II, dirijo-me a todos vós que carregais o peso da doença, encontrando-vos de várias maneiras unidos à carne de Cristo sofredor, bem como a vós, profissionais e voluntários no campo da saúde.

O tema deste ano convida-nos a meditar uma frase do livro de Jó: «Eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo» (29, 15). Gostaria de o fazer na perspectiva da «sapientia cordis», da sabedoria do coração.

1. Esta sabedoria não é um conhecimento teórico, abstrato, fruto de raciocínios; antes, como a descreve São Tiago na sua Carta, é «pura (…), pacífica, indulgente, dócil, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem hipocrisia» (3, 17). Trata-se, por conseguinte, de uma disposição infundida pelo Espírito Santo na mente e no coração de quem sabe abrir-se ao sofrimento dos irmãos e neles reconhece a imagem de Deus. Por isso, façamos nossa esta invocação do Salmo: «Ensina-nos a contar assim os nossos dias, / para podermos chegar à sabedoria do coração» (Sal 90/89, 12). Nesta sapientia cordis, que é dom de Deus, podemos resumir os frutos do Dia Mundial do Doente.

2. Sabedoria do coração é servir o irmão. No discurso de Jó que contém as palavras «eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo», evidencia-se a dimensão de serviço aos necessitados por parte deste homem justo, que goza de uma certa autoridade e ocupa um lugar de destaque entre os anciãos da cidade. A sua estatura moral manifesta-se no serviço ao pobre que pede ajuda, bem como no cuidado do órfão e da viúva (cf. 29, 12-13).

Também hoje quantos cristãos dão testemunho – não com as palavras mas com a sua vida radicada numa fé genuína – de ser «os olhos do cego» e «os pés para o coxo»! Pessoas que permanecem junto dos doentes que precisam de assistência contínua, de ajuda para se lavar, vestir e alimentar. Este serviço, especialmente quando se prolonga no tempo, pode tornar-se cansativo e pesado; é relativamente fácil servir alguns dias, mas torna-se difícil cuidar de uma pessoa durante meses ou até anos, inclusive quando ela já não é capaz de agradecer. E, no entanto, que grande caminho de santificação é este! Em tais momentos, pode-se contar de modo particular com a proximidade do Senhor, sendo também de especial apoio à missão da Igreja.

3. Sabedoria do coração é estar com o irmão. O tempo gasto junto do doente é um tempo santo. É louvor a Deus, que nos configura à imagem do seu Filho, que «não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para resgatar a multidão» (Mt 20, 28). Foi o próprio Jesus que o disse: «Eu estou no meio de vós como aquele que serve» (Lc 22, 27).

Com fé viva, peçamos ao Espírito Santo que nos conceda a graça de compreender o valor do acompanhamento, muitas vezes silencioso, que nos leva a dedicar tempo a estas irmãs e a estes irmãos que, graças à nossa proximidade e ao nosso afeto, se sentem mais amados e confortados. E, ao invés, que grande mentira se esconde por trás de certas expressões que insistem muito sobre a «qualidade da vida» para fazer crer que as vidas gravemente afectadas pela doença não mereceriam ser vividas!

4. Sabedoria do coração é sair de si ao encontro do irmão. Às vezes, o nosso mundo esquece o valor especial que tem o tempo gasto à cabeceira do doente, porque, obcecados pela rapidez, pelo frenesi do fazer e do produzir, esquece-se a dimensão da gratuidade, do prestar cuidados, do encarregar-se do outro. No fundo, por detrás desta atitude, há muitas vezes uma fé morna, que esqueceu a palavra do Senhor que diz: «a Mim mesmo o fizestes» (Mt 25, 40).

Por isso, gostaria de recordar uma vez mais a «absoluta prioridade da “saída de si próprio para o irmão”, como um dos dois mandamentos principais que fundamentam toda a norma moral e como o sinal mais claro para discernir sobre o caminho de crescimento espiritual em resposta à doação absolutamente gratuita de Deus» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 179). É da própria natureza missionária da Igreja que brotam «a caridade efectiva para com o próximo, a compaixão que compreende, assiste e promove» (Ibid., 179).

5. Sabedoria do coração é ser solidário com o irmão, sem o julgar. A caridade precisa de tempo. Tempo para cuidar dos doentes e tempo para os visitar. Tempo para estar junto deles, como fizeram os amigos de Jó: «Ficaram sentados no chão, ao lado dele, sete dias e sete noites, sem lhe dizer palavra, pois viram que a sua dor era demasiado grande» (Job 2, 13). Mas, dentro de si mesmos, os amigos de Jó escondiam um juízo negativo acerca dele: pensavam que a sua infelicidade fosse o castigo de Deus por alguma culpa dele. Pelo contrário, a verdadeira caridade é partilha que não julga, que não tem a pretensão de converter o outro; está livre daquela falsa humildade que, fundamentalmente, busca aprovação e se compraz com o bem realizado.

A experiência de Jó só encontra a sua resposta autêntica na Cruz de Jesus, ato supremo de solidariedade de Deus para conosco, totalmente gratuito, totalmente misericordioso. E esta resposta de amor ao drama do sofrimento humano, especialmente do sofrimento inocente, permanece para sempre gravada no corpo de Cristo ressuscitado, naquelas suas chagas gloriosas que são escândalo para a fé, mas também verificação da fé (cf. Homilia na canonização de João XXIII e João Paulo II, 27 de Abril de 2014).

Mesmo quando a doença, a solidão e a incapacidade levam a melhor sobre a nossa vida de doação, a experiência do sofrimento pode tornar-se lugar privilegiado da transmissão da graça e fonte para adquirir e fortalecer a sapientia cordis. Por isso se compreende como Jó, no fim da sua experiência, pôde afirmar dirigindo-se a Deus: «Os meus ouvidos tinham ouvido falar de Ti, mas agora vêem-Te os meus próprios olhos» (42, 5). Também as pessoas imersas no mistério do sofrimento e da dor, se acolhido na fé, podem tornar-se testemunhas vivas duma fé que permite abraçar o próprio sofrimento, ainda que o homem não seja capaz, pela própria inteligência, de o compreender até ao fundo.

6. Confio este Dia Mundial do Doente à protecção materna de Maria, que acolheu no ventre e gerou a Sabedoria encarnada, Jesus Cristo, nosso Senhor.

Ó Maria, Sede da Sabedoria, intercedei como nossa Mãe por todos os doentes e quantos cuidam deles. Fazei que possamos, no serviço ao próximo sofredor e através da própria experiência do sofrimento, acolher e fazer crescer em nós a verdadeira sabedoria do coração.

Acompanho esta súplica por todos vós com a minha Bênção Apostólica.

Vaticano, 3 de Dezembro – Memória de São Francisco Xavier – do ano 2014.

Franciscu

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Nova Paróquia

Diante do voto favorável, por unanimidade, do Conselho Presbiteral da Arquidiocese de Mariana, o Senhor Arcebispo Dom Geraldo Lyrio Rocha decidiu criar a Paróquia de São Sebastião, em Monsenhor Isidro, no Município de Itaverava. Esta notícia, acolhida com grande alegria, foi comunicada pelo próprio Dom Geraldo ao término da celebração de dedicação da igreja de São Sebastião, Monsenhor Isidro, no sábado passado, dia 20 deste mês de dezembro. A instalação da nova paróquia será feita em data a ser definida.

Nomeações e Transferências

Depois de ouvir o Conselho Episcopal, o Senhor Arcebispo Dom Geraldo Lyrio Rocha nomeou Côn. Tarcísio Sebastião Moreira, Pároco da Paróquia de São Sebastião, em Barbacena; Pe. João Paulo Guedes, Pároco da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Rio Casca; Pe. Eduardo Bastos de Souza, Pároco da Paróquia de São José, em Congonhas; Pe. Jamilson Inácio da Silva, Pároco da Paróquia do Bom Jesus da Cana Verde, em Tabuleiro: Pe. Afrânio Vieira de Almeida, Administrador Paroquial da Paróquia de São Pedro, em Barbacena; Pe. Thiago José Gomes, Administrador Paroquial da Paróquia de São Brás, em São Brás do Suaçuí; Pe. Rogério Augusto de Oliveira, Vigário Paroquial da Paróquia de Nossa Senhora do Pilar, em Ouro Preto; Pe. Mauro Lúcio de Carvalho, Colaborador na Paróquia de São Sebastião, em Ponte Nova; Pe. Wenderson José da Silva, Colaborador na Paróquia de Nossa Senhora de Nazaré, em Cachoeira do Campo; Pe. Geraldo de Souza Rodrigues, Assessor Arquidiocesano da Catequese; Pe. Adelson Laurindo S. Clemente, Assessor Arquidiocesano da Infância e Adolescência Missionária e Pe. Paulo Vicente Ribeiro Nobre, que teve também seu nome aprovado pelo Conselho Curador da Fundação Marianense de Educação, foi designado para o cargo de Diretor do Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto (Unidade I e Unidade II – Cônego Paulo Dilascio)

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Avisos

·       Encerramento da Novena de Natal: Domingo, dia 21 ás 19h nos setores: São João Batista (Santuário) Nossa Senhora Perpétuo Socorro (Leão XIII), Nossa Senhora do Rosário (Viúva).

  •   Horários das Celebrações durante as Festividades do Natal.Dia 24 – Quarta-feira – 20h - Igreja do Rosário, São Miguel e Santuário.Dia 25 – Natal – 07h e 19h30 no Santuário.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

SEMANA VOCACIONAL 2015 - JOVEM, PARTICIPE!

A Arquidiocese de Mariana através do Seminário São José promoverá a Semana Vocacional 2015. Trata-se de um momento único para que adolescentes e jovens que sintam um chamado especial de Deus no coração para o Sacerdócio, possam discernir e aprofundar este chamado, procurando oferecer-Lhe uma resposta. 



É importante frisar que Deus continua chamando. O Cristo continua passando em nossas comunidades, cidades, bairros e dizendo: "Vem e Segue-me! É isso mesmo! Como lembra o próprio tema desta Semana: "Cristo te chama. Cristo te espera." 

Venha participar conosco. Para os que pretendem ingressar na etapa do Ensino Médio (Grupo de Orientação Vocacional), a Semana Vocacional acontecerá em Mariana - MG. Para os que pretendem ingressar na etapa do Propedêutico, após o Ensino Médio, a Semana Vocacional acontecerá em Barbacena - MG. 

Contatos para maiores informações pelos telefones e emails que estão no cartaz ou na própria secretaria de sua paróquia. Confira, se informe e participe! Faça sua inscrição.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Assembleia Arquidiocesana avalia caminhada pastoral e propõe ações para o trabalho em 2015




      Terminou na manhã deste sábado, dia 29, a XXII Assembleia Arquidiocesana de Pastoral, que reuniu mais de 100 pessoas entre leigos, leigas, diáconos, presbíteros e religiosas, no Seminário de Filosofia, em Mariana.

     Com o tema “Nossa comunidade eclesial à luz do PAE e da proposta de conversão pastoral”, o encontro, além de possibilitar a integração e o maior desenvolvimento do trabalho pastoral na Arquidiocese, teve também o objetivo de dar novo fôlego aos sacerdotes e leigos que assessoram, dirigem e desenvolvem atividades pastorais. “Queremos animar nossas comunidades a viverem a gratidão pelas conquistas pastorais e a buscarem com novo ardor a conversão pastoral, a fim de que nossas paróquias sejam cada vez mais lugar de missão e de vivência da fé”, explica o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, Padre Geraldo Martins Dias.

       Participaram da Assembleia os membros do Conselho Arquidiocesano de Pastoral (CAP) e a Equipe Executiva do PAE. Segundo o arcebispo de Mariana, dom Geraldo Lyrio Rocha, é preciso tornar efetiva a “conversão pastoral”. “Precisamos passar de uma ação pastoral de conservação para uma conversão pastoral missionária. Segundo o papa Francisco, temos que viver esta Igreja em saída, indo para fora, especialmente para as periferias humanas, existenciais mas também geográficas. Não podemos ficar somente alimentando as estruturas do passado. É necessário levarmos a proposta de Jesus Cristo para todos”, disse dom Geraldo. Ainda segundo o arcebispo, a missão é grande e importante. “A missão é muito maior que nós e ainda bem que é assim. Que o Espírito de Deus nos acompanhe para que possamos dar esta virada tão importante”, explicou.

      O trabalho de reflexão contou com a assessoria da pedagoga e integrante da Dimensão Sociopolítica, Sandra de Assis Reis, e da professora e integrante da Dimensão Litúrgica, Cleuza Aparecida Nascimento, que apresentaram um diagnóstico do trabalho pastoral na Arquidiocese, além de perguntas que motivaram a reflexão nos grupos. Após vários momentos de debate, exposição e trabalhos em grupos, os participantes redigiram um documento onde apresentam, além da avaliação do encontro, ações que vão direcionar o trabalho evangelizador em toda a Arquidiocese. No documento, os participantes afirmam que em 2015 o trabalho de escuta, definido no Plano Arquidiocesano de Evangelização (PAE), será intensificado tendo em “vista a elaboração do novo Projeto de Evangelização que deverá ter como ênfase a missão.”



Decisões e compromissos assumidos na 22ª Assembleia Arquidiocesana de Pastoral

     “Eu mesmo vou procurar minhas ovelhas e tomar conta delas” (Ez 34,11) Reunidos na 22ª Assembleia de Pastoral da Arquidiocese de Mariana, nos dias 28 e 29 de novembro de 2014, nós leigos e leigas, presbíteros, diáconos e religiosas, representantes do Povo de Deus que está nesta Igreja Particular, guiados pelo nosso pastor, dom Geraldo Lyrio Rocha, refletimos o tema “Nossa comunidade eclesial à luz do PAE e da proposta de conversão pastoral”. Tivemos como objetivo: Animar nossas comunidades a viverem a gratidão pelas conquistas pastorais e a buscarem com novo ardor a conversão pastoral a fim de que nossas paróquias sejam cada vez mais lugar de missão e de vivência da fé.

       Alegrou-nos constatar que é cada vez maior o número de iniciativas que levam a Boa Nova do Evangelho às nossas comunidades. Cresce, entre nós, a consciência do protagonismo dos leigos e leigas. É forte a disposição de renovar nossas paróquias levando-as a uma conversão pastoral, assumindo uma atuação decididamente missionária e buscando a descentralização da paróquia e a superação de estruturas caducas que já não respondam mais às exigências de nosso tempo. O Projeto Arquidiocesano de Evangelização (PAE) tem nos ajudado a viver a comunhão e a participação de maneira intensa. A formação, especialmente por meio dos Centros de Estudos Teológicos (CETE) tem sido uma experiência muito boa em nossas Regiões.

       A alegria destas e de outras constatações, porém, não fechou nossos olhos para nossas fraquezas e limites. Assim, constatamos, entre outras coisas, o cansaço de grande parte de nossos agentes de pastoral e de nossos presbíteros, consequência da sobrecarga de trabalhos. Lamentamos o descompasso que muitas vezes há entre ministros ordenados e agentes leigos, dificultando o anúncio do Reino. Reconhecemos nossa impotência diante de inúmeros desafios que a realidade político-social nos apresenta. Assumimos que, apesar de nossos esforços, ainda não conseguimos escutar satisfatoriamente os afastados como nos propusemos na última assembleia. Da mesma forma, admitimos nossa dificuldade em tornar a dimensão sociopolítica uma realidade presente em todas as nossas paróquias. Nosso sonho de uma Igreja toda ministerial também ainda não se concretizou satisfatoriamente.


     Debruçamo-nos sobre estas e outras questões a fim de encontrar caminhos que aperfeiçoem as experiências que estão dando certo e ajudem a superar nossos limites e desafios. Assistidos pelo Espírito
Santo, que nos reuniu nesta assembleia, consideramos como ações importantes para nosso trabalho evangelizador:


     1. Avançar no estudo, na compreensão e na investidura dos ministérios assumidos por leigos e leigas;
     2. Intensificar a formação através do Centro de Estudos Teológicos (CETE), da Escola Fé e Política
Dom Luciano Mendes de Almeida e de iniciativas de caráter popular;
     3. Dar atenção às juventudes, discutindo caminhos que reúnam as várias expressões juvenis na
Arquidiocese;
     4. Aperfeiçoar a descentralização em nossas comunidades suscitando e renovando lideranças e
buscando superar estruturas que não respondem mais aos apelos da evangelização hoje;
    5. Cuidar da espiritualidade das comunidades por meio da celebração da Palavra, retiros espirituais,Ofício Divino das Comunidades, leitura orante da Palavra;
    6. Fortalecer a dimensão sociopolítica nas paróquias a partir das pastorais sociais, especialmente a carcerária, da sobriedade e de iniciativas como a implantação dos Fóruns Intermunicipais por
políticas públicas para criança e do adolescente, bem como o enfrentamento profético do problema das drogas.


      Assumimos como prioridade para 2015 a continuidade da escuta aos afastados em vista a elaboração do novo Projeto de Evangelização que deverá ter como ênfase a missão.


       Animanos-nos a palavra de Jesus, Bom Pastor, que garante sua presença na missão que Ele mesmo  nos confia: “Eis que estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos” Mt 28,20



Mariana, 29 de novembro de 2014.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Avisos para esta semana

·       Dia 01 de dezembro – segunda feira – Encontro festivo de encerramento das atividades com os cursilhistas ás 19h30 na Capela São Sebastião na Vila Regina.
·       Dia 02 – terça feira – Reunião de Avaliação com a Pastoral Familiar ás 19h30 no Cantinho do Céu.
·       Dia 06 – sábado - Confraternização com todos os Agentes da Pastoral da Criança ás 19h no Prato Popular.
E a Pastoral Familiar convida a todos para o 5º Baile Laços de Família, que acontecerá no Morro Grande Tênis Clube a partir das 20h. Os interessados poderão adquirir o ingresso na Papelaria Nacional, Teofania e com os casais da Pastoral.

·       Dia 07 – domingo – Reunião com todos os coordenadores de catequese ás 08h no Salão Paroquial.

O Dízimo é compromisso com a minha comunidade


Ser dizimista é comprometer-se com a comunidade. Entre os diversos modelos de “oração do dizimista” existe uma, na qual afirmamos: “não é o resto que me sobra que vos ofereço. Esta importância representa, Senhor, minha participação na comunidade, meu compromisso com a expansão do Evangelho”. Porém, há pessoas que esperam ver se sobra algo ou entrega qualquer coisa dizendo que é dízimo.
A opção autêntica pelo dízimo nos desafia. Falar em opção pelo dízimo exige uma vivência com a Palavra de Deus, e não podemos ter outro caminho senão este. Por esse motivo, já podemos ir sentindo a dificuldade da opção comunitária pelo dízimo. O dízimo só será autêntico se nascer deste veio fecundo que é a Palavra de Deus.
Além disso, para sermos autênticos e fiéis na devolução do dízimo é importante sabermos planejar. É comum nas famílias separar o dinheiro para o aluguel, a prestação, o supermercado, os impostos etc, até mesmo antes de receber o salário. A pergunta que devemos fazer é esta: por que não separar também o dízimo? É uma “importância” que eu não conto com ela para outros gastos mesmo antes de receber o salário. O dízimo, portanto, é o meu compromisso sistemático com a minha comunidade. Se não me comprometo mensalmente, como fica a minha comunidade que conta com a minha participação para saldar seus compromissos mensais?
O dízimo é instrumento de evangelização
            Evangelizar é uma exigência de nossa fé. É o serviço que Jesus confiou à sua Igreja. Ela existe principalmente para evangelizar. Todos os batizados são encarregados desta tarefa. Como dizia São Paulo, “ai de mim se eu não evangelizar” (1Cor 9,16). O dízimo é uma maneira de evangelizar. Ao devolver o dízimo, evangelizamos a nós mesmos, damos o testemunho de comunhão necessário para evangelizar a sociedade, e ainda sustentamos os serviços de evangelização de nossa Igreja.
Podemos dizer que o dízimo é um “jeito antigo e novo”, na Igreja, de partilharmos os bens e realizarmos a comunhão. Este modo da Igreja ser fundamenta-se nas primeiras comunidades cristãs: “Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e possuíam tudo em comum; vendiam suas propriedades e seus bens e repartiam o dinheiro entre todos, conforme a necessidade de cada um” (At 2, 44,45).
            Toda pessoa é chamada a evangelizar, mas primeiramente é preciso deixar-se evangelizar, tornar-se discípulo, testemunhar o Evangelho com a vida. O dízimo possibilita este esforço de conversão e testemunho, pois ajuda cada dizimista a desapegar-se dos bens e a crescer na dinâmica da partilha. Além disso, o dízimo sustenta a comunidade cristã, da forma mais adequada e evangélica. A devolução do dízimo nada compra; é essencialmente gratuidade. Quem devolve o dízimo não terá privilégios. A comunidade eclesial não é clube onde se está em dia com a mensalidade para ter direitos.
            Devolver o dízimo não garante pedaço no céu. É expressão de entrega gratuita ao Senhor e compromisso com a ação evangelizadora. Ao devolver o dízimo, cada pessoa deveria dizer como Jesus nos ensina: “Somos servos inúteis, fizemos apenas o que tínhamos de fazer” (Lc 17,10).
PARA REFLETIR:
1. Há pessoas que colaboram com diversas campanhas, mas não colaboram com o dízimo em suas comunidades. Como alcançar os corações mais endurecidos?
2. O dízimo é instrumento de evangelização. Quais as tarefas próprias da Equipe da Pastoral do Dízimo?
Pe. José Afonso de Lemos
Coordenador Arquidiocesano da Pastoral do Dízimo

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

2015 - Ano da Paz

CNBB define 2015 como o “Ano da Paz”

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançará, no próximo domingo, dia 30, 2015 como o Ano da Paz. A proposta foi aprovada na última Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida- SP, e terá início no primeiro domingo do advento, dia 30 e encerramento no natal de 2015. “O importante, como foi lembrado na assembleia, é que, durante todo o Ano Litúrgico reflitamos sobre a paz, para superarmos a violência”, explica o secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner.
Uma Comissão está preparando alguns subsídios que serão enviados às dioceses. “Desejamos, com o Ano da Paz, abrir fendas na onda de violência que se manifesta na morte de tantas pessoas, nos lares em conflito, na corrupção, na agressividade do trânsito, na impossibilidade de diálogo nas diferenças, até mesmo religiosas”, conta Dom Leonardo Ulrich Steiner.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

CNBB divulga nota "Brasil pós-eleições: compromissos e desafios"


 


A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, nesta quinta-feira, dia 20, a nota "Brasil pós-eleições: compromissos e desafios". O texto foi aprovado pelo Conselho Episcopal Pastoral (Consep), reunido em Brasília, nos dias 18 e 19 de novembro, e recorda aos escolhidos nas eleições de outubro "a responsabilidade colocada sobre seus ombros de não frustrar as expectativas de quem os elegeu" e o "compromisso com a ética, a verdade e a transparência no exercício de seu mandato, bem como o dever de servir a todo o povo brasileiro". Os bispos reafirmam a importância da participação da Igreja na Política como auxílio na construção de "uma sociedade justa e fraterna". Neste sentido, a nota também destaca a urgência da reforma política, como arma contra a corrupção.
 
Leia o texto na íntegra:
 
Brasília, 19 de novembro de 2014
 
P. N. 0914/14
 
Brasil pós-eleições: compromissos e desafios
 
O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília nos dias 18 e 19 de novembro de 2014, saúda a nação brasileira pela democracia e cidadania vivenciadas nas eleições de outubro deste ano. Cumprimenta a todos que participaram do processo eleitoral e os eleitos. Recorda-lhes a responsabilidade colocada sobre seus ombros de não frustrar as expectativas de quem os elegeu e seu compromisso com a ética, a verdade e a transparência no exercício de seu mandato, bem como o dever de servir a todo o povo brasileiro.
 
A campanha eleitoral deste ano ratificou o processo democrático brasileiro no qual partidos, candidatos e eleitores puderam debater suas ideias e projetos. Tornou mais visíveis, no entanto, graves fragilidades de nosso sistema político:  sua submissão ao poder econômico financiador das campanhas; o descompromisso de partidos e candidatos com programas, favorecendo debates com ataques pessoais; a prevalência da imagem dos candidatos produzida pelos marqueteiros; o desrespeito, em alguns casos, às leis que combatem a corrupção eleitoral.
 
Passadas as eleições, urge ao País recompor sua unidade no respeito às diferenças e à pluralidade, próprias da democracia. Nada justifica a disseminação de uma divisão ou de ódio que depõe contra a busca do bem comum, finalidade principal da Política. O bem de todos coloca a pessoa humana e sua dignidade acima de ideologias e partidos.
 
A construção do bem comum desafia, especialmente, os eleitos em outubro deste ano. A corrupção na Petrobras reforça a sensação de que é um mal que não tem fim. Vemos aqui, claramente, as consequências do financiamento de campanhas por empresas, porta e janela de entrada da corrupção. Nenhum país prospera com corrupção que, no caso do Brasil, lamentavelmente já vem de muitos anos e não se limita à Petrobras.
 
A reforma política é outra urgência inadiável. Convicta disso, a CNBB se empenhará ainda mais na coleta de assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular proposto pela Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas. À reforma política, entretanto, é necessário unir outras reformas igualmente urgentes como a tributária e a agrária. O Brasil não pode mais conviver com tanta omissão em relação a estas e outras matérias que lhe são vitais.
 
“A política, tão desacreditada, é uma sublime vocação, é uma das formas mais preciosas da caridade, porque busca o bem comum” (Papa Francisco. Evangelii Gaudium, n.205). Nesse espírito, a CNBB reafirma que a sua participação na vida Política é tão importante quanto necessária para ajudar na construção de uma sociedade justa e fraterna. Afinal, “ninguém pode exigir-nos que releguemos a religião para a intimidade secreta das pessoas, sem qualquer influência na vida social e nacional, sem nos preocupar com a saúde das instituições da sociedade civil, sem nos pronunciar sobre os acontecimentos que interessam aos cidadãos. Uma fé autêntica – que nunca é cômoda nem individualista – comporta sempre um profundo desejo de mudar o mundo, transmitir valores, deixar a terra um pouco melhor depois da nossa passagem por ela” (Papa Francisco. Evangelii Gaudium, n.183).
 
Nossa Senhora Aparecida abençoe o Brasil e os que foram eleitos a fim de que sejam fieis ao seu compromisso com o bem comum.
 
 
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
 
Arcebispo de Aparecida
 
Presidente da CNBB
 
 
Dom José Belisário da Silva, OFM
 
Arcebispo de São Luís do Maranhão
 
Vice Presidente da CNBB
 
 
Dom Leonardo Ulrich Steiner
 
Bispo Auxiliar de Brasília
 
Secretário Geral da CNBB
 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Campanha de Evangelização 2014



“Cristo é nossa paz” é o lema da Campanha para a Evangelização 2014, que completa 16 anos a serviço das atividades pastorais da Igreja. Este ano, a mobilização nacional buscará promover iniciativas que visem superar a violência e edificar a paz, além de articular gestos concretos na sociedade por meio das ações evangelizadoras da Igreja.

O lema escolhido também é apropriado para o tempo litúrgico do Advento. Neste período de preparação ao Natal, entre pessoas, famílias e na sociedade em geral, existe um clima de confraternização na busca pela paz. O material da Campanha está disponível no site da CNBB.

Criada em 1998 pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a iniciativa busca mobilizar os católicos a assumir a responsabilidade de participar na sustentação das atividades pastorais da Igreja. 

A Campanha para a Evangelização (CE) tem o slogan “Evangeli.Já”, que faz referência à palavra evangelizar e mostra a urgência da evangelização e da cooperação de todos. O ponto alto da Campanha será a coleta realizada nas missas e celebrações do domingo, 14 de dezembro. 

A distribuição dos recursos é feita da seguinte forma: 45% permanecem na própria diocese; 20% são encaminhados para os regionais da CNBB; e os demais 35% para a CNBB Nacional. As doações, em caráter individual, também podem ser feitas pelo site: www.evangelija.com. 


Oração

Pai Santo, quisestes que a vossa Igreja fosse no mundo fonte de salvação para todas as nações, a fim de que a obra do Cristo que vem continue até o fim dos tempos.
Aumentai em nós o ardor da evangelização, derramando o Espírito prometido, e fazei brotar em nossos corações a resposta da fé.
Por Cristo, nosso Senhor.