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sábado, 4 de janeiro de 2014

" Estamos Organizando Caravanas "


Vamos fazer presença em um momento tão importante 
na vida do Diác. Thiago

Os interessados deverão apresentar documento de identidade na Secretaria Paroquial ou procurar Gregório da Irmandade.


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Nomeações e transferências

Depois de ouvir o Conselho Episcopal, o Senhor Arcebispo Dom Geraldo Lyrio Rocha nomeou Pe. Luiz Faustino dos Santos, Vigário Paroquial da Paróquia de São João Batista, em Barão de Cocais;



Pe. Luís Faustino dos Santos
Nasc.: 05/03/1949
Ord.: 21/07/1977
Exemplo de Missionário: o Pe. Luis Faustino dos Santos natural de Cipotânea
Ele é sacerdote da Arquidiocese de Mariana e trabalha como missionário em Manaus. Ele já trabalha três anos e meio na região amazônica prestando serviço às comunidades carentes da região norte. Este missionário tem por princípio não escolher onde trabalhar e ir aonde os mais necessitados que precisam de sua ajuda. Ficou 30 meses em Porto Velho e ficou a cargo do Arcebispo, Dom Moacy Grechi, de reorganizar o Conselho Missionário Diocesano (COMIDI) e preparar as Santas Missões Populares na Arquidiocese. Segundo ele visitou todas as paróquias da Arquidiocese (24), numa área de 82.000 km2,em números redondos (aproximadamente, 4 vezes maior do que a Arquidiocese de Mariana que tem 22.000 km2, em números redondos). Trabalhando com uns 3.500 missionários/as leigos/as. Ultimamente ele está em Manaus, junto com o Pe. Leonardo, na Área Missionária São Francisco. São 16 comunidades com uma população de 80.000 habitantes. A criação de Áreas Missionárias foi uma das experiências que deram certo na Arquidiocese de Manaus, afirma. O plano consiste num conjunto de comunidades com vida própria, porém constituindo uma unidade através do Conselho de Pastoral da Área Missionária (CPAM) e dos trabalhos que realizam juntas: retiros, encontros de formação, Escola de Teologia Popular, etc. Foi uma antecipação do Documento de Aparecida, quanto à descentralização, a rede de comunidades e o empenho evangelizador.
Segundo ele os maiores desafios da Igreja Católica são as divergências internas, geradas pelo individualismo da sociedade pós-moderna, que atingiu a Igreja. Creio que o pluralismo interno da Igreja mais atrapalha do que ajuda na evangelização, afirma que a mídia, em geral, é inimiga da Igreja. Até as redes católicas de televisão deixam muito a desejar quando se trata de unidade pastoral. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) aponta numa direção e algumas programações televisivas apontam para outra e, em nome do pluralismo religioso, quebram a unidade tão sonhada pelo fundador desta Igreja, Jesus Cristo (cf. Jo 17,21). Outros grandes problemas são: o eclesiocentrismo em vez do cristocentrismo; a sacramentalização em vez da evangelização; a massificação das pessoas em vez da consciência comunitária.
No mundo atual, ser cristão é uma grande aventura. Ser missionário, qualquer que seja a idade, é fazer a vida renascer a cada dia. Ser missionário é descobrir um grande prazer em pequenas coisas; é saber sorrir com as crianças, inquietar-se com os jovens, sonhar com os adultos e esperar com os idosos. Nunca diga que não é missionário. Existe a missão para quem parte para longe: são os seguidores de S. Francisco Xavier; e a missão de quem fica: são os seguidores de Santa Teresinha. É vergonhoso um padre dizer que não é missionário. A Paróquia é o lugar onde ele deve exercer sua missão, organizando e animando comunidades missionárias. Mesmo que a missão não seja uma aventura, não deixa de oferecer ao missionário-trampolins, taxados de obstáculos, que o faz caminhar para além do alcance das pernas e enxergar mais longe que o alcance das vistas. Vale a pena empenhar-se nesta busca, pois disse Jesus: “Eu estarei com vocês até o fim dos tempos” (Mt 8,20).

Inscrições Abertas para a Preparação para o Casamento


Dia: 07 a 10/01/2014
Horário: 13h ás 17h
Local: Secretaria Paroquial

Para a inscrição é necessário a presença do casal e apresentar documento de identidade.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Músicos



Reunião com todos os Ministérios e Grupos de Música de nossa Paróquia.

Dia 08/01/2014 ás 19h30 no Salão Paroquial.

Sua presença é muito importante!


10 CONSELHOS DO PAPA FRANCISCO AOS JOVENS

Por Daniel Machado
produtor do Destrave 

Garimpamos, nos discursos do Papa Francisco, desde o início de seu pontificado, dicas importantes para vivermos bem a juventude em nossos dias, assim como os desafios reservados para a nossa geração na construção de um mundo mais justo, fraterno e solidário. Os temas não possuem importância hierárquica, trata-se apenas de tópicos que nos ajudam a entender melhor a mensagem de nosso querido Pontífice aos jovens de todo o mundo.

1) Ter um coração jovem sempre: “Vós tendes uma parte importante na festa da fé! Vós nos trazeis a alegria da fé e nos dizeis que devemos vivê-la com um coração jovem sempre: um coração jovem, mesmo aos setenta, oitenta anos! Coração jovem! Com Cristo o coração não envelhece nunca!” (Homilia de Domingo de Ramos 24/03/2013 – Dia da Juventude)
2) Ir contra a corrente: “Sim, jovens, ouvistes bem: ir contra a corrente. Isso fortalece o coração, já que “ir contra a corrente” requer coragem, e o Senhor nos dá essa coragem. Não há dificuldades, tribulações, incompreensões que possam nos meter medo se permanecermos unidos a Deus como os ramos estão unidos à videira, se não perdermos a amizade d’Ele, se lhe dermos cada vez mais espaço na nossa vida”. (Santa Missa dos crismandos em Roma – 28 de abril de 2013)
3) Apostar em grandes ideais: “Não enterrem os talentos! Apostem em grandes ideais, aqueles que alargam o coração, aqueles ideais de serviço que tornam fecundos os seus talentos. A vida não é dada para que a conservemos para nós mesmos, mas para que a doemos. Queridos jovens, tenham uma grande alma! Não tenham medo de sonhar com coisas grandes!” (Catequese do dia 24/04/2013).
4) Estar com Deus em silêncio: “Aprendam a permanecer em silêncio diante d’Ele, a ler e meditar a Bíblia, especialmente os Evangelhos, a dialogar com Ele, todos os dias, para sentir a Sua presença de amizade e de amor”. (Mensagem aos jovens reunidos para a “Sexta Jornada dos Jovens” da Lituânia 28-30 de junho)
5) Rezar o Rosário: “Gostaria de destacar a beleza de uma oração contemplativa simples, acessível a todos, grandes e pequenos, cultos e pouco instruídos: a oração do Santo Rosário. O Rosário é um instrumento eficaz para nos ajudar a nos abrirmos a Deus, porque nos ajuda a vencer o egoísmo e a levar a paz aos corações, às famílias, à sociedade e ao mundo.” (Mensagem aos jovens reunidos para a “Sexta Jornada dos Jovens” da Lituânia 28-30 de junho)
6) Fazer barulho: “Aqui, no Rio, farão barulho, farão certamente. Mas eu quero que se façam ouvir também, nas dioceses, quero que saiam, quero que a Igreja saia pelas estradas, quero que nos defendamos de tudo o que é mundanismo, imobilismo, nos defendamos do que é comodidade, do que é clericalismo, de tudo aquilo que é viver fechados em nós mesmos”. (Discurso aos Jovens Argentinos durante a JMJ Rio 2013)

7) Aproximar-se da cruz de Cristo: “Queridos amigos, a Cruz de Cristo nos ensina a sermos como o Cireneu, aquele que ajuda Jesus a levar o madeiro pesado, como Maria e as outras mulheres, que não tiveram medo de acompanhar Jesus até o fim, com amor, com ternura. E você, como é? Como Pilatos, como o Cireneu, como Maria?” (Discurso aos Jovens durante a Via-sacra, em Copacabana, durante a JMJ Rio 2013)
8) Ser protagonista das mudanças: “Através de vocês, entra o futuro no mundo. Também a vocês, eu peço para serem protagonistas desta mudança. Peço-lhes para serem construtores do mundo, trabalharem por um mundo melhor. Queridos jovens, por favor, não ‘olhem da sacada’ a vida, entrem nela. Jesus não ficou na sacada, Ele mergulhou… ‘Não olhem da sacada’ a vida, mergulhem nela como fez Jesus”. (Discurso na Vigília de Oração, na praia de Copacabana, durante a JMJ Rio 2013)
9) Servir sem medo: “Não tenham medo de ir e levar Cristo para todos os ambientes, até as periferias existenciais, incluindo quem parece mais distante, mais indiferente. O Senhor procura a todos, quer que todos sintam o calor da Sua misericórdia e do Seu amor”. (Homilia da Missa de encerramento da JMJ Rio 2013)
10) Ser revolucionário: “Na cultura do provisório, do relativo, muitos pregam que o importante é ‘curtir’ o momento, que não vale a pena se comprometer por toda a vida, fazer escolhas definitivas ‘para sempre’, uma vez que não se sabe o que nos reserva o amanhã. Nisso peço que se rebelem: que se rebelem contra a cultura do provisório, a qual, no fundo, crê que vocês não são capazes de assumir responsabilidades, que não são capazes de amar de verdade. Eu tenho confiança em vocês, jovens, e rezo por vocês. Tenham a coragem de ‘ir contra a corrente’. E também tenham a coragem de ser felizes!” (Discurso aos voluntários da JMJ Rio 2013)


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

FRATERNIDADE, FUNDAMENTO E CAMINHO PARA A PAZ


Trecho da Mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial da Paz


1. Nesta minha primeira Mensagem para o Dia Mundial da Paz, desejo formular a todos, indivíduos e povos, votos duma vida repleta de alegria e esperança. Com efeito, no coração de cada homem e mulher, habita o anseio duma vida plena que contém uma aspiração irreprimível de fraternidade, impelindo à comunhão com os outros, em quem não encontramos inimigos ou concorrentes, mas irmãos que devemos acolher e abraçar.

Na realidade, a fraternidade é uma dimensão essencial do homem, sendo ele um ser relacional. A consciência viva desta dimensão relacional leva-nos a ver e tratar cada pessoa como uma verdadeira irmã e um verdadeiro irmão; sem tal consciência, torna-se impossível a construção duma sociedade justa, duma paz firme e duradoura. E convém desde já lembrar que a fraternidade se começa a aprender habitualmente no seio da família, graças sobretudo às funções responsáveis e complementares de todos os seus membros, mormente do pai e da mãe. A família é a fonte de toda a fraternidade, sendo por isso mesmo também o fundamento e o caminho primário para a paz, já que, por vocação, deveria contagiar o mundo com o seu amor.

A globalização, como afirmou Bento XVI, torna-nos vizinhos, mas não nos faz irmãos.[1] As inúmeras situações de desigualdade, pobreza e injustiça indicam não só uma profunda carência de fraternidade, mas também a ausência duma cultura de solidariedade. As novas ideologias, caracterizadas por generalizado individualismo, egocentrismo e consumismo materialista, debilitam os laços sociais, alimentando aquela mentalidade do «descartável» que induz ao desprezo e abandono dos mais fracos, daqueles que são considerados «inúteis». Assim, a convivência humana assemelha-se sempre mais a um mero do ut des pragmático e egoísta.

«Onde está o teu irmão?» (Gn 4, 9)

2. Para compreender melhor esta vocação do homem à fraternidade e para reconhecer de forma mais adequada os obstáculos que se interpõem à sua realização e identificar as vias para a superação dos mesmos, é fundamental deixar-se guiar pelo conhecimento do desígnio de Deus, tal como se apresenta de forma egrégia na Sagrada Escritura.

A fraternidade, fundamento e caminho para a paz

4. Suposto isto, é fácil compreender que a fraternidade é fundamento e caminho para a paz. As Encíclicas sociais dos meus Predecessores oferecem uma ajuda valiosa neste sentido. Basta ver as definições de paz da Populorum progressio, de Paulo VI, ou da Sollicitudo rei socialis, de João Paulo II. Da primeira, apreendemos que o desenvolvimento integral dos povos é o novo nome da paz[3] e, da segunda, que a paz é opus solidaritatis, fruto da solidariedade.[4]

A redescoberta da fraternidade na economia

6. As graves crises financeiras e econômicas dos nossos dias – que têm a sua origem no progressivo afastamento do homem de Deus e do próximo, com a ambição desmedida de bens materiais, por um lado, e o empobrecimento das relações interpessoais e comunitárias, por outro – impeliram muitas pessoas a buscar o bem-estar, a felicidade e a segurança no consumo e no lucro fora de toda a lógica duma economia saudável. Já, em 1979, o Papa João Paulo II alertava para a existência de «um real e perceptível perigo de que, enquanto progride enormemente o domínio do homem sobre o mundo das coisas, ele perca os fios essenciais deste seu domínio e, de diversas maneiras, submeta a elas a sua humanidade, e ele próprio se torne objeto de multiforme manipulação, se bem que muitas vezes não diretamente perceptível; manipulação através de toda a organização da vida comunitária, mediante o sistema de produção e por meio de pressões dos meios de comunicação social».[14]

As sucessivas crises econômicas devem levar a repensar adequadamente os modelos de desenvolvimento econômico e a mudar os estilos de vida. A crise atual, com pesadas consequências na vida das pessoas, pode ser também uma ocasião propícia para recuperar as virtudes da prudência, temperança, justiça e fortaleza. Elas podem ajudar-nos a superar os momentos difíceis e a redescobrir os laços fraternos que nos unem uns aos outros, com a confiança profunda de que o homem tem necessidade e é capaz de algo mais do que a maximização do próprio lucro individual. As referidas virtudes são necessárias sobretudo para construir e manter uma sociedade à medida da dignidade humana.

A fraternidade extingue a guerra

7. Ao longo do ano que termina, muitos irmãos e irmãs nossos continuaram a viver a experiência dilacerante da guerra, que constitui uma grave e profunda ferida infligida à fraternidade.

Há muitos conflitos que se consumam na indiferença geral. A todos aqueles que vivem em terras onde as armas impõem terror e destruição, asseguro a minha solidariedade pessoal e a de toda a Igreja. Esta última tem por missão levar o amor de Cristo também às vítimas indefesas das guerras esquecidas, através da oração pela paz, do serviço aos feridos, aos famintos, aos refugiados, aos deslocados e a quantos vivem no terror. De igual modo a Igreja levanta a sua voz para fazer chegar aos responsáveis o grito de dor desta humanidade atribulada e fazer cessar, juntamente com as hostilidades, todo o abuso e violação dos direitos fundamentais do homem.[15]

Por este motivo, desejo dirigir um forte apelo a quantos semeiam violência e morte, com as armas: naquele que hoje considerais apenas um inimigo a abater, redescobri o vosso irmão e detende a vossa mão! Renunciai à via das armas e ide ao encontro do outro com o diálogo, o perdão e a reconciliação para reconstruir a justiça, a confiança e esperança ao vosso redor! «Nesta óptica, torna-se claro que, na vida dos povos, os conflitos armados constituem sempre a deliberada negação de qualquer concórdia internacional possível, originando divisões profundas e dilacerantes feridas que necessitam de muitos anos para se curarem. As guerras constituem a rejeição prática de se comprometer para alcançar aquelas grandes metas econômicas e sociais que a comunidade internacional estabeleceu».[16]

Mas, enquanto houver em circulação uma quantidade tão grande como a atual de armamentos, poder-se-á sempre encontrar novos pretextos para iniciar as hostilidades. Por isso, faço meu o apelo lançado pelos meus Predecessores a favor da não-proliferação das armas e do desarmamento por parte de todos, a começar pelo desarmamento nuclear e químico.

Não podemos, porém, deixar de constatar que os acordos internacionais e as leis nacionais, embora sendo necessários e altamente desejáveis, por si sós não bastam para preservar a humanidade do risco de conflitos armados. É precisa uma conversão do coração que permita a cada um reconhecer no outro um irmão do qual cuidar e com o qual trabalhar para, juntos, construírem uma vida em plenitude para todos. Este é o espírito que anima muitas das iniciativas da sociedade civil, incluindo as organizações religiosas, a favor da paz. Espero que o compromisso diário de todos continue a dar fruto e que se possa chegar também à efetiva aplicação, no direito internacional, do direito à paz como direito humano fundamental, pressuposto necessário para o exercício de todos os outros direitos.

A corrupção e o crime organizado contrastam a fraternidade

8. O horizonte da fraternidade apela ao crescimento em plenitude de todo o homem e mulher. As justas ambições duma pessoa, sobretudo se jovem, não devem ser frustradas nem lesadas; não se lhe deve roubar a esperança de podê-las realizar. A ambição, porém, não deve ser confundida com prevaricação; pelo contrário, é necessário competir na mútua estima (cf. Rm 12, 10). Mesmo nas disputas, que constituem um aspecto inevitável da vida, é preciso recordar-se sempre de que somos irmãos; por isso, é necessário educar e educar-se para não considerar o próximo como um inimigo nem um adversário a eliminar.

A fraternidade gera paz social, porque cria um equilíbrio entre liberdade e justiça, entre responsabilidade pessoal e solidariedade, entre bem dos indivíduos e bem comum. Uma comunidade política deve, portanto, agir de forma transparente e responsável para favorecer tudo isto. Os cidadãos devem sentir-se representados pelos poderes públicos, no respeito da sua liberdade. Em vez disso, muitas vezes, entre cidadão e instituições, interpõem-se interesses partidários que deformam essa relação, favorecendo a criação dum clima perene de conflito.

Um autêntico espírito de fraternidade vence o egoísmo individual, que contrasta a possibilidade das pessoas viverem em liberdade e harmonia entre si. Tal egoísmo desenvolve-se, socialmente, quer nas muitas formas de corrupção que hoje se difunde de maneira capilar, quer na formação de organizações criminosas – desde os pequenos grupos até àqueles organizados à escala global – que, minando profundamente a legalidade e a justiça, ferem no coração a dignidade da pessoa. Estas organizações ofendem gravemente a Deus, prejudicam os irmãos e lesam a criação, revestindo-se duma gravidade ainda maior se têm conotações religiosas.

Penso no drama dilacerante da droga com a qual se lucra desafiando leis morais e civis, na devastação dos recursos naturais e na poluição em curso, na tragédia da exploração do trabalho; penso nos tráficos ilícitos de dinheiro como também na especulação financeira que, muitas vezes, assume caracteres predadores e nocivos para inteiros sistemas econômicos e sociais, lançando na pobreza milhões de homens e mulheres; penso na prostituição que diariamente ceifa vítimas inocentes, sobretudo entre os mais jovens, roubando-lhes o futuro; penso no abomínio do tráfico de seres humanos, nos crimes e abusos contra menores, na escravidão que ainda espalha o seu horror em muitas partes do mundo, na tragédia frequentemente ignorada dos emigrantes sobre quem se especula indignamente na ilegalidade. A este respeito escreveu João XXIII: «Uma convivência baseada unicamente em relações de força nada tem de humano: nela veem as pessoas coarctada a própria liberdade, quando, pelo contrário, deveriam ser postas em condição tal que se sentissem estimuladas a procurar o próprio desenvolvimento e aperfeiçoamento».[17]Mas o homem pode converter-se, e não se deve jamais desesperar da possibilidade de mudar de vida. Gostaria que isto fosse uma mensagem de confiança para todos, mesmo para aqueles que cometeram crimes hediondos, porque Deus não quer a morte do pecador, mas que se converta e viva (cf. Ez 18, 23).

No contexto alargado da sociabilidade humana, considerando o delito e a pena, penso também nas condições desumanas de muitos estabelecimentos prisionais, onde frequentemente o preso acaba reduzido a um estado sub-humano, violado na sua dignidade de homem e sufocado também em toda a vontade e expressão de resgate. A Igreja faz muito em todas estas áreas, a maior parte das vezes sem rumor. Exorto e encorajo a fazer ainda mais, na esperança de que tais ações desencadeadas por tantos homens e mulheres corajosos possam cada vez mais ser sustentadas, leal e honestamente, também pelos poderes civis.

A fraternidade ajuda a guardar e cultivar a natureza

9. A família humana recebeu, do Criador, um dom em comum: a natureza. A visão cristã da criação apresenta um juízo positivo sobre a licitude das intervenções na natureza para dela tirar benefício, contanto que se atue responsavelmente, isto é, reconhecendo aquela «gramática» que está inscrita nela e utilizando, com sabedoria, os recursos para proveito de todos, respeitando a beleza, a finalidade e a utilidade dos diferentes seres vivos e a sua função no ecossistema. Em suma, a natureza está à nossa disposição, mas somos chamados a administrá-la responsavelmente. Em vez disso, muitas vezes deixamo-nos guiar pela ganância, pela soberba de dominar, possuir, manipular, desfrutar; não guardamos a natureza, não a respeitamos, nem a consideramos como um dom gratuito de que devemos cuidar e colocar ao serviço dos irmãos, incluindo as gerações futuras.

De modo particular o sector produtivo primário, o sector agrícola, tem a vocação vital de cultivar e guardar os recursos naturais para alimentar a humanidade. A propósito, a persistente vergonha da fome no mundo leva-me a partilhar convosco esta pergunta: De que modo usamos os recursos da terra? As sociedades atuais devem refletir sobre a hierarquia das prioridades no destino da produção. De fato, é um dever impelente que se utilizem de tal modo os recursos da terra, que todos se vejam livres da fome. As iniciativas e as soluções possíveis são muitas, e não se limitam ao aumento da produção. É mais que sabido que a produção atual é suficiente, e todavia há milhões de pessoas que sofrem e morrem de fome, o que constitui um verdadeiro escândalo. Por isso, é necessário encontrar o modo para que todos possam beneficiar dos frutos da terra, não só para evitar que se alargue o fosso entre aqueles que têm mais e os que devem contentar-se com as migalhas, mas também e sobretudo por uma exigência de justiça e equidade e de respeito por cada ser humano. Neste sentido, gostaria de lembrar a todos o necessáriodestino universal dos bens, que é um dos princípios fulcrais da doutrina social da Igreja. O respeito deste princípio é a condição essencial para permitir um acesso real e equitativo aos bens essenciais e primários de que todo o homem precisa e tem direito.

Conclusão


10. Há necessidade que a fraternidade seja descoberta, amada, experimentada, anunciada e testemunhada; mas só o amor dado por Deus é que nos permite acolher e viver plenamente a fraternidade.

O necessário realismo da política e da economia não pode reduzir-se a um tecnicismo sem ideal, que ignora a dimensão transcendente do homem. Quando falta esta abertura a Deus, toda a atividade humana se torna mais pobre, e as pessoas são reduzidas a objeto passível de exploração. Somente se a política e a economia aceitarem mover-se no amplo espaço assegurado por esta abertura Àquele que ama todo o homem e mulher, é que conseguirão estruturar-se com base num verdadeiro espírito de caridade fraterna e poderão ser instrumento eficaz de desenvolvimento humano integral e de paz.

Nós, cristãos, acreditamos que, na Igreja, somos membros uns dos outros e todos mutuamente necessários, porque a cada um de nós foi dada uma graça, segundo a medida do dom de Cristo, para utilidade comum (cf. Ef 4, 7.25; 1 Cor 12, 7). Cristo veio ao mundo para nos trazer a graça divina, isto é, a possibilidade de participar na sua vida. Isto implica tecer um relacionamento fraterno, caracterizado pela reciprocidade, o perdão, o dom total de si mesmo, segundo a grandeza e a profundidade do amor de Deus, oferecido à humanidade por Aquele que, crucificado e ressuscitado, atrai todos a Si: «Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei. Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13, 34-35). Esta é a boa nova que requer, de cada um, um passo mais, um exercício perene de empatia, de escuta do sofrimento e da esperança do outro, mesmo do que está mais distante de mim, encaminhando-se pela estrada exigente daquele amor que sabe doar-se e gastar-se gratuitamente pelo bem de cada irmão e irmã.

Cristo abraça todo o ser humano e deseja que ninguém se perca. «Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele» (Jo 3, 17). Fá-lo sem oprimir, sem forçar ninguém a abrir-Lhe as portas do coração e da mente. «O que for maior entre vós seja como o menor, e aquele que mandar, como aquele que serve – diz Jesus Cristo –. Eu estou no meio de vós como aquele que serve» (Lc 22, 26-27). Deste modo, cada atividade deve ser caracterizada por uma atitude de serviço às pessoas, incluindo as mais distantes e desconhecidas. O serviço é a alma da fraternidade que edifica a paz.

Que Maria, a Mãe de Jesus, nos ajude a compreender e a viver todos os dias a fraternidade que jorra do coração do seu Filho, para levar a paz a todo o homem que vive nesta nossa amada terra.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

È POSSÍVEL UM NOVO COMEÇO

Hoje, Deus nos dá a oportunidade de passarmos nossa vida a limpo e purificarmos nossas lembranças daquilo que foi o ano anterior, mergulhando-a na misericórdia de Deus. 
Deus quer curar o nosso coração de todos os desencontros, erros e pecados com a graça de Seu perdão. Ao mesmo tempo, temos a chance de deixar de lado tudo o que nos atrapalha, abandonando os rancores e ressentimentos, perdoando as pessoas que nos feriram. 

"Não vos lembreis mais dos acontecimentos de outrora, não recordeis mais as coisas antigas, porque eis que vou fazer obra nova, a qual já surge: não a vedes?" (Is 43, 18). 
"Senhor vem nos dizer: "Vou renovar o teu ânimo e tua vida"


Quando a Sagrada Escritura nos diz para não nos lembrarmos dos "acontecimentos de outrora", não se trata realmente de esquecer, mas de não vivermos como escravos dos acontecimentos que, agora, não existem mais. Devemos ficar com o que foi bom e tirar proveito até mesmo dos erros cometidos para o nosso crescimento e amadurecimento. Trata-se, na verdade, de uma nova chance de recomeçar e de nascer de novo pela graça de Deus.

É possível uma vida nova. É possível um novo começo neste exato momento, porque Deus está conosco, porque Jesus está vivo e nos dá a Sua força para recomeçar. A diferença está justamente aqui: se antes vivíamos contando apenas com as nossas energias, podemos recomeçar agora pelo "poder de Deus", "pela força do Alto", que é o Espírito Santo. É dessa certeza que brota a nossa esperança. 

É ano novo! É tempo de esperança! O que era velho ficou para trás. É o Senhor, portanto, quem nos diz: "Levanta, meu filho! Chegou o momento. Vou restabelecê-lo, vou renovar o seu ânimo e sua vida. Coragem! 

Desejo, de todo o meu coração, que este novo ano seja para você e para toda a sua família um tempo de muita graça de Deus, um tempo de esperança e renovação. 


Feliz Ano Novo!

Semana Vocacional começa no dia 3 de janeiro


Começa no próximo dia 3 de janeiro a Semana Vocacional que seleciona os jovens que querem ser padres na Arquidiocese de Mariana. Tanto jovens que cursam Ensino Médio quanto os que já o concluíram podem participar do encontro, que termina no dia 8 de janeiro. Os primeiros são acolhidos na Casa do Propedêutico, em Barbacena. Já os que cursam Ensino Médio participam da Semana no Instituto de Filosofia, em Mariana.
 “A Semana Vocacional é importante por ser a primeira oportunidade de o jovem conhecer a estrutura formativa do Seminário de Mariana e, após conhecê-la, dizer, com mais convicção, o seu sim ao chamado de Deus”, explica o reitor do Seminário São José, Côn. Lauro Versiani Barbosa.

Para participar da Semana Vocacional é preciso que o candidato seja apresentado pelo pároco.  Contatos também podem ser feitos diretamente com o Seminário. Em Barbacena, falar com pe. Luiz Paixão: (32) 3332-7959; e-mail: pelpaixao@yahoo.com.br); em Mariana: Pe. Edvaldo de Melo: (31) 3557-1241; E-mail: edvaldoantonio87@gmail.com.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

HORÁRIOS DE MISSA NO FINAL DE ANO


No dia 31 de dezembro terça-feira
As 19:30 hs:  em Cocais.
As 20:00 hs. no Santuário e na Igreja São  José

ANO NOVO
No dia Primeiro de  Janeiro de 2014 quarta-feira

7 e ás 19:30 horas no Santuário.

 DIA DE SANTA MARIA MÃE DE DEUS

Ano Novo já está batendo em nossa porta

FELICIDADES PARA TODOS

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Papa Francisco: Natal de Jesus, festa da confiança e da esperança!

Papa Francisco
Na audiência geral da última quarta-feira, 18, na praça São Pedro, em Roma, o papa Francisco falou do natal de Jesus como festa da confiança e da esperança. Veja, abaixo, a íntegra de sua mensagem.

Estimados irmãos e irmãs, bom dia!

Este nosso encontro realiza-se no clima espiritual do Advento, que se tornou ainda mais intenso graças à Novena do Santo Natal, que estamos a viver nestes dias e que nos conduz às festividades natalícias. Por isso, hoje gostaria de meditar convosco sobre o Natal de Jesus, festa da confiança e da esperança, que supera a incerteza e o pessimismo. E a razão da nossa esperança é a seguinte: Deus está ao nosso lado, Deus ainda confia em nós! Mas pensai bem nisto: Deus está ao nosso lado, Deus ainda confia em nós! Este Deus Pai é generoso! Ele vem habitar com os homens, escolhe a terra como a sua morada para estar ao lado do homem e para se encontrar lá onde o homem transcorre os seus dias na alegria ou na dor. Portanto, a terra já não é só um «vale de lágrimas», mas o lugar onde o próprio Deus construiu a sua tenda, o lugar do encontro de Deus com o homem, da solidariedade de Deus para com os homens.

Deus quis compartilhar a nossa condição humana, a ponto de se fazer um só conosco na pessoa de Jesus, verdadeiro homem e verdadeiro Deus. Contudo, existe algo ainda mais surpreendente. A presença de Deus no meio da humanidade não se concretizou num mundo ideal, idílico, mas neste mundo real, marcado por muitas situações boas e más, caracterizado por divisões, maldade, pobreza, prepotências e guerras. Ele quis habitar na nossa história como ela é, com todo o peso dos seus limites e dos seus dramas. Agindo deste modo, demonstrou de modo insuperável a sua inclinação misericordiosa e repleta de amor pelas criaturas humanas. Ele é Deus conosco; Jesus é Deus conosco. Vós acreditais nisto? Juntos, façamos esta profissão: Jesus é Deus conosco! Jesus é Deus conosco desde sempre e para sempre ao nosso lado nos sofrimentos e nas dores da história. O Natal de Jesus é a manifestação de que Deus se «alinhou» uma vez por todas da parte do homem, para nos salvar, para nos elevar da poeira das nossas misérias, das nossas dificuldades, dos nossos pecados.

É daqui que provém o grande «presente» do Menino de Belém: Ele traz-nos uma energia espiritual, uma energia que nos ajuda a não precipitar nas nossas dificuldades, nos nossos desesperos e nas nossas amarguras, porque se trata de uma energia que aquece e transforma o coração. Com efeito, o nascimento de Jesus traz-nos a bonita notícia de que somos amados imensa e singularmente por Deus, e de que Ele não só nos faz conhecer este amor, mas também no-lo concede, no-lo comunica!

Da contemplação jubilosa do mistério do Filho de Deus que nasceu para nós, podemos fazer duas considerações.

A primeira é que, se no Natal Deus se revela não como alguém que está no alto e que domina o universo, mas como Aquele que se abaixa, que desce sobre a terra pequenino e pobre, significa que para sermos semelhantes a Ele não devemos colocar-nos acima dos outros mas, ao contrário, abaixar-nos, pôr-nos ao seu serviço, tornar-nos pequeninos com os pequeninos, pobres com os pobres. Mas é triste quando vemos um cristão que não quer humilhar-se, que não aceita servir. É triste quando o cristão se vangloria em toda a parte: ele não é cristão, mas pagão. O cristão serve, abaixa-se. Façamos com que estes nossos irmãos e irmãs nunca se sintam sozinhos!

A segunda consideração: se, através de Jesus, Deus se comprometeu com o homem a ponto de se tornar como um de nós, quer dizer que tudo o que fizermos a um irmão ou a uma irmã, a Ele o fazemos. Foi o próprio Jesus quem no-lo recordou: quem alimenta, acolhe, visita e ama um destes mais pequeninos e mais pobres entre os homens, ao Filho de Deus que o faz.

Confiemo-nos a Deus, à intercessão maternal de Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, a fim de que nos ajude neste Santo Natal, já iminente, a reconhecer no rosto do nosso próximo, especialmente das pessoas mais frágeis e marginalizadas, a imagem do Filho de Deus que se fez homem.

Saudações

Amados peregrinos de língua portuguesa, a minha cordial saudação para todos, em particular para os fiéis brasileiros de Chapecó, com votos de um santo Natal repleto de consolações e graças do Deus Menino. Nos vossos corações, famílias e comunidades, resplandeça a luz do Salvador, que nos revela o Rosto terno e misericordioso do Pai do Céu. Ele vos abençoe com um Ano Novo sereno e feliz!

Dirijo uma saudação especial aos jovens, aos doentes e aos recém-casados. Estimados jovens, de maneira especial vós, membros dos vários grupos de escoteiros, aproximai-vos do mistério de Belém com os mesmos sentimentos de fé e de humildade que tinha Maria. Vós, amados doentes, encontrai no presépio aquele júbilo e aquela paz íntima que Jesus vem trazer ao mundo. E vós, queridos recém-casados, contemplai o exemplo da Sagrada Família de Nazaré, imitando as suas virtudes.

21 dezembro, 2013

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Província Eclesiástica de Mariana celebra os 50 anos da Sacrosanctum Concilium




O salão do Seminário São José ficou lotado para a palestra de Dom Geraldo sobre a Sacrosanctum Concilium

Uma missa na capela do Seminário São José, em Mariana (MG), no dia 3 de dezembro, presidida pelo arcebispo de Mariana, dom Geraldo Lyrio Rocha, marcou as comemorações dos 50 anos de promulgação da Constituição Sacrosanctum Concilium sobre a Sagrada Liturgia. As comemorações foram organizadas pela Comissões de liturgia da Província Eclesiástica de Mariana, composta pelas dioceses de Caratinga, Governador Valadares, Itabira-Coronel Fabriciano e a Arquidiocese de Mariana.

Dom Geraldo proferiu também a palestra “50 Aniversário da Sacrosanctum Concilium: avanços, desafios e perspectivas para a pastoral litúrgica no Brasil”, acompanhada por 140 pessoas, entre as quais representantes da Província, estudantes de teologia, agentes da pastoral litúrgica e sacerdotes. A Sacrosanctum Concilium foi a primeira constituição aprovada pelo Concílio Vaticano II, no dia 4 de dezembro de 1963.



Dom Geraldo durante sua palestra sobre a SC

“O serviço litúrgico tem, por si mesmo, um valor evangelizador que a Nova Evangelização deve situar em lugar de grande destaque. Na liturgia Cristo Salvador se faz presente hoje. A liturgia é o anúncio e realização dos feitos salvíficos (cf. SC 6) que nos chegam a tocar sacramentalmente; por isso, convoca, celebra e envia. Sustenta o compromisso social enquanto orienta os fiéis a assumir sua responsabilidade na construção do Reino. A celebração não pode ser algo separado ou paralelo à vida”, disse o arcebispo.

Segundo dom Geraldo, é essencialmente pela liturgia que o Evangelho penetra no coração das culturas. “Por isso, as formas de celebração litúrgica devem ser aptas para expressar o mistério que se celebra e, por sua vez, ser claras e inteligíveis” (cf. SD 35), acrescentou.

O coordenador arquidiocesano de liturgia, padre Geraldo Buziani, destacou a importância da palestra de dom Geraldo. “A palavra do arcebispo foi rica em esclarecimentos e orientações tanto para os sacerdotes quanto para os leigos e leigas e também de suma importância para a caminhada litúrgica da província, uma vez que os participantes puderam refletir e aprofundar um pouco mais sobre as intuições mais importantes apontadas pela constituição”, disse.



No Centro Arquidiocesano de Pastoral as Comissões estudaram as fontes da renovação litúrgica com o padre Luís Claúdio

Dentre os pontos elencados por dom Geraldo, o coordenador destacou a inculturação, liturgia e piedade popular, ministérios, formação litúrgica, liturgia e catequese, pastoral litúrgica, a recuperação dos símbolos e sinais, o canto – a música – o silêncio e a dança, o espaço celebrativo, a importância do dia do Senhor, as missas na TV e as “missas show” e ars celebrandi.

As comemorações continuaram no dia 4 de dezembro, no Centro Arquidiocesano de Pastoral, com encontro entre os membros das comissões de liturgia da Província Eclesiástica de Mariana. Padre Luis Cláudio Vieira falou aos participantes sobre as fontes da renovação litúrgica da Constituição Sacrosanctum Concilium, apresentando um breve histórico da caminhada da Igreja no primeiro e no segundo milênio.

Dia 17 de dezembro, dia importante...

Papa Francisco

O Papa Francisco está fazendo aniversário nesta terça-feira.
A Ele nossas orações e nossos abraços de parabéns com votos de muitos anos de vida e saúde para continuar fazendo tão bem à nossa Igreja. Ele que tem nos dados tanto testemunhos bonitos que nos anima na caminhada e nos deixa muito felizes.
P a r a b é n s! 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Como está suas Mãos?


Veja as mãos de quem doa seu trabalho, sua oferta, seu tempo em favor de outros e para o Reino de Deus. Nunca ficam vazias. Deus sempre as repoem

Três anos de caminhada

Agradeço a todos que me ajudaram nestes três anos de minha caminhada, especialmente a esta paróquia de São João Batista. Rezo e agradeço pela vida de cada paroquiano que contribuiu pela minha formação.... A vocês o meu mais profundo e sincero agradecimento e votos de um Santo e Feliz Natal, e um ano novo repleto de paz e muita alegria, que a cada dia possam sentir o Cristo renascendo em vossos corações. MUITO OBRIGADO!!!
Johny Sales