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quinta-feira, 26 de junho de 2014
quarta-feira, 25 de junho de 2014
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Na Eucaristia se comunica o amor do Senhor por nós”, disse o papa Francisco

“Na Eucaristia se comunica o amor do Senhor por nós: um amor tão grande que nos nutre com Si mesmo; um amor gratuito...”, disse o papa Francisco na homilia durante missa da Solenidade de Corpus Christi celebrada na Basílica de São João Latrão, em Roma, na quinta-feira, 19.
Uma multidão de fiéis participou da celebração e ouviu as palavras do papa que meditou o significado da solenidade do Corpo e Sangue de Cristo. Francisco disse que “além da fome material o homem leva consigo outra fome, uma fome que não pode ser saciada com comida comum. É a fome de vida, fome de amor, fome de eternidade”.
O papa comentou que “viver a experiência da fé significa deixar-se alimentar pelo Senhor e construir a própria existência não sobre bens materiais, mas sobre a realidade que não perece: os dons de Deus, sua Palavra e seu Corpo”.
Confira a íntegra da homilia:
"O Senhor, teu Deus, (...) te alimentou com o maná, que tu não conhecias" (Dt 8,3).
Estas palavras de Moisés fazem referência à história de Israel, que Deus fez sair do Egito, da condição de escravidão, e por quarenta anos o guiou no deserto para a terra prometida. Uma vez estabelecido na terra, o povo eleito atingiu uma autonomia, um bem-estar, e correu o risco de esquecer as tristes vicissitudes do passado, superadas graças à intervenção de Deus e à sua infinita bondade. Então as Escrituras exortam a recordar, a fazer memória de todo o caminho feito no deserto, no tempo da penúria e do desconforto. O convite de Moisés é o de voltar ao essencial, à experiência de total dependência de Deus, quando a sobrevivência foi colocada em suas mãos, para que o homem compreendesse que "não vive apenas de pão, mas de tudo aquilo que procede da boca do Senhor" (Dt 8,3).
Estas palavras de Moisés fazem referência à história de Israel, que Deus fez sair do Egito, da condição de escravidão, e por quarenta anos o guiou no deserto para a terra prometida. Uma vez estabelecido na terra, o povo eleito atingiu uma autonomia, um bem-estar, e correu o risco de esquecer as tristes vicissitudes do passado, superadas graças à intervenção de Deus e à sua infinita bondade. Então as Escrituras exortam a recordar, a fazer memória de todo o caminho feito no deserto, no tempo da penúria e do desconforto. O convite de Moisés é o de voltar ao essencial, à experiência de total dependência de Deus, quando a sobrevivência foi colocada em suas mãos, para que o homem compreendesse que "não vive apenas de pão, mas de tudo aquilo que procede da boca do Senhor" (Dt 8,3).
Além da fome material o homem leva consigo outra fome, uma fome que não pode ser saciada com comida comum. É a fome de vida, fome de amor, fome de eternidade. O sinal do maná – como toda experiência do êxodo – continha em si também esta dimensão: era figura de uma comida que sacia esta fome mais profunda que existe no homem. Jesus nos dá este alimento, assim, é Ele mesmo o pão vivo que dá vida ao mundo. Seu Corpo é verdadeira comida sob a espécie de pão; seu Sangue é verdadeira bebida sob a espécie de vinho. Não é um simples alimento com o qual sacia nossos corpos, como o maná; o Corpo de Cristo é o pão dos últimos tempos, capaz de dar vida, e vida eterna, porque a substancia deste pão é Amor.
Na Eucaristia se comunica o amor do Senhor por nós: um amor tão grande que nos nutre com Si mesmo; um amor gratuito, sempre à disposição de todos os famintos e necessitados de restaurar as próprias forças. Viver a experiência da fé significa deixar-se alimentar pelo Senhor e construir a própria existência não sobre bens materiais, mas sobre a realidade que não perece: os dons de Deus, sua Palavra e seu Corpo.
Se olharmos ao nosso redor, daremos conta de que existem tantas ofertas de alimento que não vem do Senhor e que aparentemente satisfazem mais. Alguns se nutrem com o dinheiro, outros com o sucesso e com a vaidade, outros com o poder e com o orgulho. Mas a comida que nos alimenta verdadeiramente e que nos sacia é somente aquela que nos dá o Senhor! O alimento que nos oferece o Senhor é diferente dos outros e talvez não nos pareça assim saboroso como certas iguarias que nos oferecem o mundo. Agora sonhamos com outros alimentos, como os hebreus no deserto que choravam a carne e as cebolas que comiam no Egito, mas esqueciam que aqueles alimentos eram comidos na mesa da escravidão. Eles, naqueles momentos de tentação, tinham memória, mas uma memória doente, uma memória seletiva.
Cada um de nós, hoje, pode se perguntar: e eu? Onde quero comer? Em que mesa quero me alimentar? Na mesa do Senhor? Desejo comer comidas gostosas, mas na escravidão? Qual é minha memória? Aquela do Senhor que me salva ou a do alho e das cebolas da escravidão? Com que lembrança eu satisfaço minha alma?
O Pai nos diz: "Te alimentei com o maná que tu não conhecias". Recuperemos a memória e aprendamos a reconhecer o pão falso que ilude e corrompe, porque fruto do egoísmo, da auto-suficiência e do pecado.
Daqui a pouco, na procissão, seguiremos Jesus realmente presente na Eucaristia. A Hóstia é nosso maná, mediante o qual o Senhor nos dá a si mesmo. A Ele nos dirigimos com fé: Jesus, defende-nos das tentações do alimento mundano que nos faz escravos; purifica nossa memória, para que não se torne prisioneira da seletividade egoísta e mundana, mas seja memória viva da tua presença ao longo da história do teu povo, memória que faz "memorial" do teu gesto de amor redentor. Amém. (CAS).
CNBB com Rádio Vaticano.
sábado, 14 de junho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
sábado, 31 de maio de 2014
Evangelho do Dia 1/06
Mt 28, 16-20 - Os onze discípulos foram para a Galileia, ao monte que Jesus lhes tinha indicado. Quando viram Jesus, prostraram-se diante dele. Ainda assim alguns duvidaram.
Então Jesus aproximou-se e falou: “Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra. Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei! Eis que estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo”.
Recadinho
Como temos vivido nossa vocação missionária? - Como vive sua fé? De modo indiferente, apático, tranquilo, acomodado, atuante? - De que modo Cristo está com você? - Você ensina? Como? - É fácil testemunhar a fé?
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
30 ANOS DE EPISCOPADO DE DOM GERALDO LYRIO ROCHA
Na missa em ação de graças, na Catedral da Sé em Mariana, neste sábado dia 31/05/2014, na festa da Visitação de Nossa Senhora e com o templo repleto, Dom Geraldo Lyrio Rocha, acompanhado por Dom Francisco Barroso Filho, bispo emérito de Oliveira e também jubilando neste ano, com várias dezenas de sacerdotes, seus familiares, amigos e conhecidos, Seminaristas, Religiosos e Religisosas, Vocacionados e Vocacionadas, Dom Geraldo Lyrio Rocha pronunciou a seguinte homilia pelo 30º aniversário de sua Ordenação Episcopal:
À Santíssima Virgem peço, como fiz ao término da solene liturgia de minha ordenação episcopal, que me empreste suas palavras transmitidas no Evangelho há pouco anunciado.
Com Maria proclamo: “A minha alma engrandece o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu salvador” (Lc 1,46-47), pela grande graça de minha Ordenação Episcopal que me foi concedida há 30 anos, pela imposição das mãos de Dom Silvestre Luiz Scandian e dos demais bispos presentes na Catedral Metropolitana de Vitória, naquele memorável dia 31 de maio de 1984.
Escolhi essa data porque era meu desejo ser ordenado bispo numa festa mariana, assim como acontecera com minha ordenação presbiteral. A Visitação de Nossa Senhora à sua prima Isabel traz as marcas da missão e do serviço.
Tendo concebido o Verbo Eterno de Deus, por obra do Espírito Santo, “Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia” (Lc 1,39). A Virgem missionária, levando Jesus Cristo em seu seio virginal, sai de suas acomodações na cidadezinha de Nazaré e vai comunicar a boa nova da encarnação do Filho de Deus. “Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel” (Lc 1, 40). A Virgem servidora, com humildade e disponibilidade presta serviço generoso à sua prima que, na velhice concebera e ia dar à luz seu filho João Batista, o Precursor do Messias. Pela Virgem da Visitação, sempre peço a Deus que o espírito missionário e a atitude de serviço inspirem o exercício do ministério que me foi concedido, e assim eu possa realizar meu lema: OPUS FAC EVANGELISTAE.
Dos meus 30 anos de ministério episcopal, seis foram dedicados à Arquidiocese de Vitória, como bispo auxiliar; doze, à Diocese de Colatina, da qual tive a graça de ser o primeiro bispo; cinco, à Arquidiocese de Vitória da Conquista, onde fui o primeiro arcebispo; e quase sete, a esta querida Igreja particular de Mariana da qual sou o 13º na sucessão de seus pastores e o quinto arcebispo metropolitano, tendo a imensa honra de ser sucessor imediato do Servo de Deus Dom Luciano Mendes de Almeida.
Por Maria, invocada com os títulos de Nossa Senhora da Penha, Padroeira do Estado do Espírito Santo; Nossa Senhora da Saúde, Padroeira da Diocese de Colatina; Nossa Senhora das Vitórias, Padroeira da Arquidiocese de Vitória da Conquista e Nossa Senhora da Assunção, Padroeira da Arquidiocese de Mariana, elevo ao Senhor minha ação de graças pelas três ordenações episcopais, setenta ordenações presbiterais, setenta e duas ordenações diaconais, numerosas crismas, as muitas visitas pastorais, as dezenas de dedicação de igrejas e altares e tantas outras formas de exercício do múnus episcopal em nome, no lugar e na pessoa de Jesus Cristo, Mestre, Sacerdote e Pastor.
Sem merecimento algum de minha parte, o Senhor me tem concedido a graça de exercer a solicitude pela Igreja, nos serviços que me têm sido confiados na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, no Conselho Episcopal Latino Americano, nas Conferências do Episcopado da América Latina e Caribe em Santo Domingo e em Aparecida, em quatro Sínodos dos Bispos e em organismos da Sé Apostólica. Não poso deixar de agradecer a Deus a graça dos encontros pessoais com São João Paulo II, Bento XVI e o Papa Francisco, bem como a amizade e a consideração que recebo de meus irmãos no episcopado. Tudo isso é graça de Deus.
Bendigo ao Senhor pelos meus irmãos presbíteros e diáconos, religiosos e religiosas, leigos e leigas, especialmente por aqueles que, ao longo destas três décadas, me têm ajudado, mais de perto, a levar o peso das responsabilidades que recaem sobre meus frágeis ombros. Na presença do Senhor, recordo-me de todos aqueles a quem tenho servido no exercício do ministério episcopal.
Sem dúvida, não faltaram dificuldades, desafios, preocupações, sofrimentos, pedras e espinhos ao longo do caminho. Entretanto, tudo isso desbota, perde o colorido e se apaga no oceano das inúmeras graças de Deus e das profundas alegrias que têm marcado minha vida e meu ministério.
Com humildade, reconheço minha fragilidade, minhas limitações, meus defeitos, erros e pecados. Mas, confio na compreensão generosa dos irmãos e, sobretudo, no perdão misericordioso do Pai, que supre com sua graça o que com minhas limitações não consigo realizar. Com o Salmista, “uma só coisa eu peço a Deus e a procuro: habitar na casa do Senhor todos os dias de minha vida” (Sl 26, 4).
“A minha alma engrandece o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu salvador” (Lc 1, 47) por meus pais, irmãos e demais familiares, que sempre me estimularam e apoiaram em minha caminhada vocacional e nunca interferiram no exercício do meu ministério como presbítero e como bispo, mas, de modo discreto e solidário, sempre estiveram ao meu lado, inclusive marcando presença nos momentos importantes de minha vida, como, aliás, hoje aqui acontece.
“Como retribuirei ao Senhor por tudo aquilo que me tem concedido, em favor de seu povo santo, nestes meus 30 anos de episcopado? Erguerei o Cálice da Salvação e partirei neste altar o Pão da Vida invocando o nome santo do Senhor” (cf. Sl 115, 12-13). Amém “
Ao final da Celebração, Sua Excelência foi saudado por Monsenhor Celso Murilo Souza Reis, em nome do Clero e de toda a Arquidiocese, como também usou da palavra Dom Barroso.
Foi feita ainda uma belíssima homenagem a Dom Geraldo por 30 crianças que cantaram uma música apropriada à celebração e lhe entregaram 30 lírios. Em seguida, as festividades se encerraram com lauto banquete no Seminário de Teologia. A Deus, elevamos ações de graças pelo profícuo ministério episcopal de Dom Geraldo Lyrio Rocha.
À Santíssima Virgem peço, como fiz ao término da solene liturgia de minha ordenação episcopal, que me empreste suas palavras transmitidas no Evangelho há pouco anunciado.
Com Maria proclamo: “A minha alma engrandece o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu salvador” (Lc 1,46-47), pela grande graça de minha Ordenação Episcopal que me foi concedida há 30 anos, pela imposição das mãos de Dom Silvestre Luiz Scandian e dos demais bispos presentes na Catedral Metropolitana de Vitória, naquele memorável dia 31 de maio de 1984.
Escolhi essa data porque era meu desejo ser ordenado bispo numa festa mariana, assim como acontecera com minha ordenação presbiteral. A Visitação de Nossa Senhora à sua prima Isabel traz as marcas da missão e do serviço.
Tendo concebido o Verbo Eterno de Deus, por obra do Espírito Santo, “Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia” (Lc 1,39). A Virgem missionária, levando Jesus Cristo em seu seio virginal, sai de suas acomodações na cidadezinha de Nazaré e vai comunicar a boa nova da encarnação do Filho de Deus. “Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel” (Lc 1, 40). A Virgem servidora, com humildade e disponibilidade presta serviço generoso à sua prima que, na velhice concebera e ia dar à luz seu filho João Batista, o Precursor do Messias. Pela Virgem da Visitação, sempre peço a Deus que o espírito missionário e a atitude de serviço inspirem o exercício do ministério que me foi concedido, e assim eu possa realizar meu lema: OPUS FAC EVANGELISTAE.
Dos meus 30 anos de ministério episcopal, seis foram dedicados à Arquidiocese de Vitória, como bispo auxiliar; doze, à Diocese de Colatina, da qual tive a graça de ser o primeiro bispo; cinco, à Arquidiocese de Vitória da Conquista, onde fui o primeiro arcebispo; e quase sete, a esta querida Igreja particular de Mariana da qual sou o 13º na sucessão de seus pastores e o quinto arcebispo metropolitano, tendo a imensa honra de ser sucessor imediato do Servo de Deus Dom Luciano Mendes de Almeida.
Por Maria, invocada com os títulos de Nossa Senhora da Penha, Padroeira do Estado do Espírito Santo; Nossa Senhora da Saúde, Padroeira da Diocese de Colatina; Nossa Senhora das Vitórias, Padroeira da Arquidiocese de Vitória da Conquista e Nossa Senhora da Assunção, Padroeira da Arquidiocese de Mariana, elevo ao Senhor minha ação de graças pelas três ordenações episcopais, setenta ordenações presbiterais, setenta e duas ordenações diaconais, numerosas crismas, as muitas visitas pastorais, as dezenas de dedicação de igrejas e altares e tantas outras formas de exercício do múnus episcopal em nome, no lugar e na pessoa de Jesus Cristo, Mestre, Sacerdote e Pastor.
Sem merecimento algum de minha parte, o Senhor me tem concedido a graça de exercer a solicitude pela Igreja, nos serviços que me têm sido confiados na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, no Conselho Episcopal Latino Americano, nas Conferências do Episcopado da América Latina e Caribe em Santo Domingo e em Aparecida, em quatro Sínodos dos Bispos e em organismos da Sé Apostólica. Não poso deixar de agradecer a Deus a graça dos encontros pessoais com São João Paulo II, Bento XVI e o Papa Francisco, bem como a amizade e a consideração que recebo de meus irmãos no episcopado. Tudo isso é graça de Deus.
Bendigo ao Senhor pelos meus irmãos presbíteros e diáconos, religiosos e religiosas, leigos e leigas, especialmente por aqueles que, ao longo destas três décadas, me têm ajudado, mais de perto, a levar o peso das responsabilidades que recaem sobre meus frágeis ombros. Na presença do Senhor, recordo-me de todos aqueles a quem tenho servido no exercício do ministério episcopal.
Sem dúvida, não faltaram dificuldades, desafios, preocupações, sofrimentos, pedras e espinhos ao longo do caminho. Entretanto, tudo isso desbota, perde o colorido e se apaga no oceano das inúmeras graças de Deus e das profundas alegrias que têm marcado minha vida e meu ministério.
Com humildade, reconheço minha fragilidade, minhas limitações, meus defeitos, erros e pecados. Mas, confio na compreensão generosa dos irmãos e, sobretudo, no perdão misericordioso do Pai, que supre com sua graça o que com minhas limitações não consigo realizar. Com o Salmista, “uma só coisa eu peço a Deus e a procuro: habitar na casa do Senhor todos os dias de minha vida” (Sl 26, 4).
“A minha alma engrandece o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu salvador” (Lc 1, 47) por meus pais, irmãos e demais familiares, que sempre me estimularam e apoiaram em minha caminhada vocacional e nunca interferiram no exercício do meu ministério como presbítero e como bispo, mas, de modo discreto e solidário, sempre estiveram ao meu lado, inclusive marcando presença nos momentos importantes de minha vida, como, aliás, hoje aqui acontece.
“Como retribuirei ao Senhor por tudo aquilo que me tem concedido, em favor de seu povo santo, nestes meus 30 anos de episcopado? Erguerei o Cálice da Salvação e partirei neste altar o Pão da Vida invocando o nome santo do Senhor” (cf. Sl 115, 12-13). Amém “
Ao final da Celebração, Sua Excelência foi saudado por Monsenhor Celso Murilo Souza Reis, em nome do Clero e de toda a Arquidiocese, como também usou da palavra Dom Barroso.
Foi feita ainda uma belíssima homenagem a Dom Geraldo por 30 crianças que cantaram uma música apropriada à celebração e lhe entregaram 30 lírios. Em seguida, as festividades se encerraram com lauto banquete no Seminário de Teologia. A Deus, elevamos ações de graças pelo profícuo ministério episcopal de Dom Geraldo Lyrio Rocha.
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Santo do dia

Santa Joana d'Arc
30/05
Joana nasceu na região francesa de Lorena, em 6 de janeiro de 1412. Cresceu no meio rural, piedosa, devota e analfabeta. Assinava seu nome utilizando uma cruz. Aos treze anos, começou a viver experiências místicas. Os pais acharam que estava louca. A França vivia a guerra dos cem anos com a Inglaterra. Os franceses estavam enfraquecidos com o rei deposto e os ingleses tentando firmar seus exércitos para tomar de vez o trono. Joana, nas suas orações, recebia mensagens que exigiam que ela expulsasse os invasores, reconquistasse a cidade de Órleans e reconduzisse ao trono o rei Carlos VII. O rei só concordou em seguir os conselhos de Joana quando percebeu que ela realmente era um sinal de Deus. Deu-lhe a chefia de seus exércitos. Joana vestiu armadura de aço, empunhou como única arma uma bandeira com a cruz e os nomes de Jesus e Maria nela bordados, chamando os comandantes à luta pela pátria e por Deus. Os franceses sitiados reagiram e venceram os invasores ingleses, livrando o país da submissão. Carlos VII foi então coroado na catedral de Reims, como era tradição na realeza francesa. Quanto a Joana, foi ferida, traída e vendida para os ingleses, que decidiram julgá-la por heresia. Num processo religioso, grotesco, completamente ilegal, foi condenada à fogueira como "feiticeira, blasfema e herética". Tinha dezenove anos e morreu murmurando os nomes de Jesus e Maria, em 30 de maio de 1431. Vinte anos depois, o processo foi revisto pelo Papa Calisto III, que constatou a injustiça e a reabilitou. Joana d'Arc foi canonizada em 1920 pelo Papa Bento XV, sendo proclamada padroeira da França.
Reflexão:
Joana entrou para a história como mito. Aquela jovem camponesa de 20 anos incompletos, tendo como arma principal sua fé, tornou-se respeitada como uma grande líder. Joana D'Arc é considerada a maior heroína nacional da França. Seu nome, imagem e história estão presentes em todo o país. Mesmo tendo sido uma guerreira, ela jamais deixou de praticar sua fé em Jesus Cristo.
Oração:
Oração:
Ó Deus, que nos alegrais com a comemoração de Santa Joana d'Arc, concedei que sejamos ajudados pelos seus méritos e iluminados pelos seus exemplos de castidade e fortaleza. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR
Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR
Evangelho do Dia 30

Jo 16, 20-23a - Jesus disse aos seus discípulos: “Em verdade, em verdade vos digo: Vós chorareis e vos lamentareis, mas o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se transformará em alegria. A mulher, quando deve dar à luz, fica angustiada porque chegou a sua hora; mas, depois que a criança nasceu, ela já não se lembra dos sofrimentos, por causa da alegria de um homem ter vindo ao mundo. Também vós agora sentis tristeza, mas eu hei de ver-vos novamente e o vosso coração se alegrará, e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria. Naquele dia, não me perguntareis mais nada”.
Recadinho
Nas angústias você busca força e consolo em Deus? - Teve muitas tristezas que se transformaram em alegria? - Procura fortalecer sua fé? Como? - E diante do sofrimento do próximo, consegue fazer-se presente? - O que lhe diz a expressão “o sol voltará a brilhar?”
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
Nas angústias você busca força e consolo em Deus? - Teve muitas tristezas que se transformaram em alegria? - Procura fortalecer sua fé? Como? - E diante do sofrimento do próximo, consegue fazer-se presente? - O que lhe diz a expressão “o sol voltará a brilhar?”
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Maio: Mês de Maria e das coroações.
| Altar de 2013 |
A primeira é a das Bodas de Caná, que realça a intercessora. Quando percebeu – o olhar feminino que tudo vê e tudo observa – estar faltando vinho, sussurra no ouvido do Filho sua preocupação e obtém, quase sem pedir, apenas sugerindo, o milagre da transformação da água em generoso vinho. Ela é de fato a mãe que se interessa pelos filhos de Deus que são seus filhos.
Outra passagem do Evangelho esclarecedora da personalidade de Maria é a que nos mostra seu silêncio e sua humildade. O anjo a encontra na quietude de sua casa, rezando, para dizer-lhe que fora escolhida por Deus para dar ao mundo o Emanuel, o Salvador. Ela se assusta com a mensagem celeste, porque, na sua humildade, nunca poderia ter pensado em ser escolhida do Altíssimo. Acolhe assim, por vontade divina, a palavra do mensageiro, silenciosamente, sem dizer, nem sequer ao noivo José, o que nela se realizava. Deus tem o direito de escolher e por isto Ela diz apenas o generoso “sim” que a tornou Mãe de Deus.
O terceiro traço de Maria-Mãe é sua corajosa atitude diante do sofrimento. Ao apresentar o seu Jesus no templo, ouve a assustadora profecia do velho Simeão: “uma espada de dor transpassará a tua alma”. Pouco mais tarde, estreitando ao peito o Menino Jesus, deve fugir para o Egito com o esposo, para que a crueldade de Herodes não atingisse a Criança que – pensava ele, Herodes – lhe poderia roubar o trono. Quando seu filho tem doze anos, desencontra-se dele e, ao achá-lo após três dias, queixa-se amorosamente: “por que fizeste isto? Eu e teu pai te procurávamos, aflitos”. Sua coragem se confirma na paixão e crucifixão de Jesus. De pé, ali no Calvário, sofre e associa-se ao sacrifício do redentor. É a mulher forte, a mãe corajosa e firme, a quem a dor não derruba. De fato, a espada de Simeão lhe atravessara a alma e o coração. É a Senhora das Dores.
Maio, mês a Ela dedicado pela piedade cristã, é um convite para voltarmos nosso olhar a esta Mãe querida para pedir-Lhe, abra as mãos maternas em Bênção de carinho sobre nos. Amém
Outra passagem do Evangelho esclarecedora da personalidade de Maria é a que nos mostra seu silêncio e sua humildade. O anjo a encontra na quietude de sua casa, rezando, para dizer-lhe que fora escolhida por Deus para dar ao mundo o Emanuel, o Salvador. Ela se assusta com a mensagem celeste, porque, na sua humildade, nunca poderia ter pensado em ser escolhida do Altíssimo. Acolhe assim, por vontade divina, a palavra do mensageiro, silenciosamente, sem dizer, nem sequer ao noivo José, o que nela se realizava. Deus tem o direito de escolher e por isto Ela diz apenas o generoso “sim” que a tornou Mãe de Deus.
O terceiro traço de Maria-Mãe é sua corajosa atitude diante do sofrimento. Ao apresentar o seu Jesus no templo, ouve a assustadora profecia do velho Simeão: “uma espada de dor transpassará a tua alma”. Pouco mais tarde, estreitando ao peito o Menino Jesus, deve fugir para o Egito com o esposo, para que a crueldade de Herodes não atingisse a Criança que – pensava ele, Herodes – lhe poderia roubar o trono. Quando seu filho tem doze anos, desencontra-se dele e, ao achá-lo após três dias, queixa-se amorosamente: “por que fizeste isto? Eu e teu pai te procurávamos, aflitos”. Sua coragem se confirma na paixão e crucifixão de Jesus. De pé, ali no Calvário, sofre e associa-se ao sacrifício do redentor. É a mulher forte, a mãe corajosa e firme, a quem a dor não derruba. De fato, a espada de Simeão lhe atravessara a alma e o coração. É a Senhora das Dores.
Maio, mês a Ela dedicado pela piedade cristã, é um convite para voltarmos nosso olhar a esta Mãe querida para pedir-Lhe, abra as mãos maternas em Bênção de carinho sobre nos. Amém
Evangelho do dia 20

Jo 14, 27-31a - Jesus disse a seus discípulos:
“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração. Ouvistes que eu vos disse: “Vou, mas voltarei a vós”. Se me amásseis, ficaríeis alegres porque vou para o Pai, pois o Pai é maior do que eu. Disse-vos isto, agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis. Já não falarei muito convosco, pois o chefe deste mundo vem. Ele não tem poder sobre mim, mas, para que o mundo reconheça que eu amo o Pai, eu procedo conforme o Pai me ordenou”.
“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração. Ouvistes que eu vos disse: “Vou, mas voltarei a vós”. Se me amásseis, ficaríeis alegres porque vou para o Pai, pois o Pai é maior do que eu. Disse-vos isto, agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis. Já não falarei muito convosco, pois o chefe deste mundo vem. Ele não tem poder sobre mim, mas, para que o mundo reconheça que eu amo o Pai, eu procedo conforme o Pai me ordenou”.
Recadinho
Você colabora para que haja paz onde vive (família, trabalho, sociedade...)? - Você procura aproximar-se quando nota que há alguém precisando de sua presença, sua palavra amiga? - Você transmite esperança e paz de Deus? - Você aproveita sempre as ocasiões de transmitir uma mensagem de paz? - Reza pela paz?
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
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